quinta-feira, 25 de junho de 2009

A HISTÓRIA DO FUTURO


Introdução – A História do futuro
Desde o passado mais remoto, o homem se preocupa em conhecer o que lhe reserva o futuro. Milhares de pessoas, ao longo das eras, tem se dedicado às previsões. Profetas, astrólogos, bruxas, adivinhos, criadores de utopias, autores de ficção científica e, mais recentemente, economistas são alguns exemplos.
O índice de acertos, entretanto, tem sido baixo. As antevisões do futuro raramente se confirmam.
Em a História do futuro, livro pesquisado com máxima seriedade, porém escrito com muito humor e ironia, David A. Wilson nos mostra que, até agora, todos aqueles que ousaram anunciar a data do fim do mundo erraram. E se finalmente alguém acertar, lembra ele, não restará ninguém para apreciar seu talento profético.
Ao focalizar os personagens que fizeram prognósticos sobre o futuro, a autor nos apresenta figuras como o reverendo William Sedgwick, que ocorreu em Londres em 1647, para propagar que a segunda vinda ocorreria em duas semanas. O que lhe valeu a alcunha jocosa, nos 15 anos restantes que viveu de : “Sedgwick do Juízo final”. Ou as radicais “feministas” medievais, que acreditavam que o milênio seria governado por mulheres revolucionárias.
Mas se as profecias nos falam pouco ou nada do que realmente está para acontecer, elas são extremamente reveladoras do que se passa à época em que são formuladas. Elas são a mais pura tradução das esperanças, medos, sonhos e aspirações que dominam a sociedade. É desta maneira que, Wilson acaba por conduzir o leitor a uma fascinante viagem ao passado, ou melhor, às variadas formas de como o passado idealizou o porvir.
David A. Wilson é professor de História e Estudos Celtas na Universidade de Toronto, Canadá. Publicou quatro livros, entre eles Ireland, a Bicycle and a Tin Whistle, grande sucesso em seu País. Além de escritor ele realiza documentários pelo rádio.
Copiado da introdução ao livro, na capa.
Postado por Alberto

PROPAGANDA: IDEOLOGIA E MANIPULÃÇÃO

Retirado do Livro.......

Nélson Jahr Garcia

PROPAGANDA:
IDEOLOGIA E MANIPULAÇÃO

No site
http://www.ebooksbrasil.org/eLibris/manipulacao.html


Ele os utilizam exclusivamente para a difusão das idéias e opiniões que lhes são favoráveis, não permitindo que se propaguem ideologias contrárias ou fatos que contestem seus interesses. A população fica, desse modo, impossibilitada de ter acesso à maior parte dos aspectos de sua realidade e, assim, impedida de compreender exatamente sua posição e seu interesses, termina por ser envolvida na única ideologia que lhe é apresentada.

A censura oficial, realizada por órgãos governamentais, também é um instrumento de controle ideológico. Através dela se definem os limites do que pode ou não ser divulgado, neutralizando-se as possibilidades de manifestações contrárias aos valores defendidos pelos governos.

Sem acesso às informa ções que lhe possam fornecer uma visão dos diversos aspectos do mundo em que vive, a população acaba tendo uma visão deformada da realidade, que a conduz a se comportar dentro dos estritos limites traçados a partir dos interesses da classe dominante.

O controle ideológico se exerce, também, diretamente sobre as pessoas, seja reprimindo ou corrompendo líderes para que desistam ou sejam impedidos da tentativa de conscientizar seus liderados, seja exercendo pressões constantes par que os receptores não tenham condições psicológicas de julgar, analisar e avaliar as idéias que recebem.

Geralmente surgem, no seio das classes dominadas, alguns indivíduos que, apesar de toda a censura e manipulação dos meios de comunicação, conseguem perceber melhor certos aspectos da realidade e procuram transmitir sua compreensão aos demais, conscientizando-os. É o caso dos líderes operários, estudantes, religiosos e intelectuais. Nesses casos, a classe dominan te, diretamente ou através dos órgãos do governo, procura neutralizar esses líderes através de ameaças, prisões, torturas ou exílio. Outras vezes, a neutralização se faz de forma não tão violenta através da cooptação. Cooptação é o processo pelo qual um indivíduo ou pequeno grupo recebe concessões e privilégios, em troca dos quais deva deixar de defender os interesses da classe social à qual pertence, para defender aquele que lhe fez as concessões. É o caso de trabalhadores e intelectuais que são contratados para exercer certos cargos privilegiados no governo ou em empresas privadas.

A pressão sobre as pessoas pode, também, concretizar-se através de perseguições, denúncias e acusações insistentes contra aqueles que não seguem determinada orientação. É o caso das "patrulhas ideológicas", expressão muito empregada no Brasil, a partir de 1978, para qualificar os grupos que criticam repetidamente alguns artistas, intelectuai s e pessoas muito populares que não aderem às idéias defendidas por aqueles grupos. O cineasta Carlos Diegues e o cantor Caetano Veloso já se queixaram por serem exageradamente criticados ao não assumirem as posturas exigidas por militantes esquerdistas. Pelé afirmou ser perseguido e criticado por grupos que não admitiam sua recusa em assumir a liderança na luta contra o racismo. A mesma forma de pressão tem sido feita, desde os começos do século, sobre aqueles que defendem a necessidade de se dar maior atenção aos problemas sociais como o analfabetismo, a miséria, o alto índice de enfermidades etc. Inúmeros são os que estão prontos a acusá-los de anarquistas, comunistas, agentes russos ou cubanos, antipatriotas. Trata-se de uma forma de perseguição que visa, senão obter a adesão do pressionado, ao menos conseguir seu silêncio para que não expresse idéias julgadas inconvenientes.

A pressão psicológica é uma das formas mais interessantes de controle. Atua diretamente sobre os receptores, afetando sua capacidade de análise, para que recebam as mensagens da propaganda dentro de uma postura passiva e submissa.

As pessoas, em condições normais, ao receberem uma informação ou assistirem a um fato, procuram compreender a situação, analisar os prós e contras, verificar se se trata de algo que lhes diga respeito diretamente assim por diante. É o que se chama senso crítico. Todavia, em determinadas situações de envolvimento emocional, tensão nervosa, temor, cansaço físico e mental, os indivíduos tendem a ter o seu senso crítico diminuído. Nesses momentos, ouvem as afirmações ou assistem aos fatos sem avaliá-los, aceitando passivamente o que lhes apresenta. A propaganda utiliza inúmeras formas de pressão para neutralizar o senso crítico dos receptores e lograr convencê-los. O recurso mais empregado é a organização de grandes concentrações de massas. Nessas ocasiões, as marchas, as mú sicas e cânticos ampliados por alto-falantes, as luzes, o lançamento de folhetos e papéis, o ritmo dos tambores, as bandeiras, estandartes, os discursos inflamados, tudo reflete sobre os presentes. Envolvem as pessoas com tal intensidade que, quase hipnotizadas, tornam-se mais sugestionáveis às mensagens que recebem. Foi com o emprego constante desses recursos que Adolf Hitler conseguia manter as multidões em contínuo estado de exaltação e conduzi-las ao delírio.

Algumas práticas religiosas também são empregadas como instrumentos de pressão psicológica para obter a adesão fanática dos receptores. Produzem esgotamento físico, fazendo as pessoas ficarem muito tempo em pé, ajoelhadas ou participando de longas e cansativas danças. Geram ansiedade através da espera do sacerdote que se atrasa, da escuridão ou luz muito intensa, palmas, músicas e cantos ritmados, da repetição dos sons de tambores. Embriagam com incenso, álcool, fumo e drogas inebrian tes. Despertam temor com ameaças de infernos, monstros e demônios. Em meio a tudo isso fazem-se as pregações, conseguindo não só convencer os receptores. como levá-los a verdadeiros estados de possessão e transe. São os recursos adotados por diversos cultos místicos praticados no Brasil e na África e, embora de forma menos profunda e pouco intensa, por quase todas as seitas religiosas existentes na face da terra.

Dentre as formas de pressão psicológica conhecidas, a mais intensa e, talvez, a mais eficaz é a denominada "lavagem cerebral". É realizada com indivíduos ou grupos que são conduzidos a locais afastados, de onde não podem sair durante algumas semanas ou meses, ocasião em que são freqüentemente bombardeados com novas idéias. Baseia-se essa técnica no fato de que os conhecimentos, idéias e reflexos dos indivíduos servem para que possam adaptar-se e manter-se em equilíbrio como o seu meio. Conseqüentemente, ao se criar um novo ambiente onde os hábitos e reações costumeiras são insuficientes para obtenção do equilíbrio, torna-se mais fácil incutir novas orientações. Se, além disso, forem feitas pressões que diminuem o senso crítico, a possibilidade de persuasão é ainda maior.

Há ainda, uma técnica de controle ideológico que procura impedir que as pessoas adquiram consciência de suas condições de vida, distraindo sua atenção. Através dos meios de comunicação, bombardeia-se a sociedade com notícias sobre fatos suficientemente atrativos para que os indivíduos tenham sua atenção desviada dos problemas econômicos e sociais. Baseia-se no fato de que as pessoas têm um limite de percepção e atenção e que, saturadas por um certo número de informações que apelam para as emoções e sentimentos, não lhes sobra espaço nem tempo para receber outras idéias. Grandes torneios desportivos, crimes cometidos com crueldade, têm sido constantemente alardeados para envolv er os receptores em sua discussão e distraí-los das questões mais graves.


Se tiver achado interessante
vá ao site o livro está na internet e é de graça.... copie-o


Francisco

sexta-feira, 1 de maio de 2009

NÃO SEJA COMO JONAS

Autor: Prof. Gilson Medeiros

"Viu Deus o que fizeram, como se converteram do seu mau caminho; e Deus Se arrependeu do mal que tinha dito lhes faria e não o fez" (Jonas 3:10).

A continuação deste relato nos mostra uma das facetas mais obscuras e egoístas do coração humano:

"Com isso, desgostou-se Jonas extremamente e ficou irado" (4:1).


Como é possível alguém ficar "extremamente desgostoso" e "irado" pelo fato de Deus não ter destruído uma cidade inteira?!

Como pode alguém que havia sido tão maravilhosamente liberto do ventre do grande peixe (não era uma baleia, diga-se de passagem) e, logo em seguida, sentir tanta sede de sangue?!

Como entender o fato de um profeta de Deus, um enviado do Altíssimo, ser uma pessoa com um coração tão vingativo e cruel?!

Pois é... a história conta que Jonas era assim! Ele não se conformou pelo fato de que Deus ouviu o clamor dos ninivitas, e compadeceu-Se deles, derramando-lhes Sua graça e Sua misericórdia.

Fico imaginando Jonas, vagando pelas ruas da cidade, pregando a destruição iminente, e dizendo em seu coração:
- Vocês vão ver, raça de víboras! O meu Deus não vai ter um pingo de pena de nenhum de vocês! Vocês não perdem por esperar! Continuem em suas orgias!

Porém, como eu já tenho dito aqui várias vezes, Deus age de uma forma muito "ilógica" do ponto de vista humano. Talvez seja exatamente por isso que nós ainda não tenhamos sido consumidos em nossa hipocrisia e falsa religiosidade... Ele "também" tem misericórdia de nós!

Existem muitos "Jonas" por ai

É uma pena que a fé em Deus não nos livre de mantermos em nosso coração sentimentos tão maus e diabólicos quanto a vingança, o ódio e a intriga! Infelizmente, a capa da religiosidade tem cobrido nossa verdadeira face, a qual, em muitos momentos, se revela mais negra e vil do que a dos piores "ímpios".

Jonas estava com um coração tão cheio de raiva e preconceito contra o povo de Nínive, que não pode aceitar o fato de que eles, vis e devassos como eram, também estavam na mira da graça de Deus. O profeta, apesar de pregar sobre um Deus que é misericordioso e bondoso, não cria nisso. Jonas representa perfeitamente aqueles de nós que só conseguem ver o lado de "justiça" de Deus, mas nunca conseguem enxergar a Sua face de "misericórdia", "graça" e "amor" reveladas constantemente nas Escrituras.

Conheço "crentes" (inclusive Adventistas) que olham para os outros "de cima para baixo", ou seja, com aquele ar de "sou melhor que você". Tais pessoas não conseguem entender como Deus pode amar uma prostitura, um drogado, um adúltero, um presidiário, um político corrupto que faz turismo com o dinheiro público (rsrs)... da mesma maneira que ama aqueles que professam crer em Seu nome.

A diabólica doutrina do inferno tem contribuído com esta maneira deturpada de alguns verem a graça de Deus pelos pecadores. Algumas pessoas gostam de pensar que aqueles que não aceitarem a doutrina de sua denominação, arderão no fogo eterno, em caldeirões de água fervente, com diabinhos espetando seus corpos e dando fezes para comerem e urina para saciarem a sede... Era assim que o quadro era pintado na Idade Média, e tem encontrado reflexo ainda hoje.

A experiência de Jonas deve nos mostrar que não podemos JAMAIS exultar pela perdição eterna de uma alma sequer. Ele concluiu sua pregação e foi para um lugar bem alto, para assistir "de camarote" o desespero e a agonia do ninivitas. Imagino que ele deve ter olhado fixamente para o Céu, à espera do fogo e do enxofre que aniquilariam seus inimigos.

Mas no coração do Senhor haviam outros planos, pois os ninivitas também mudaram sua maneira de proceder.... arrependeram-se e suplicaram a misericórdia.

Nós somos facilmente apegados à letra da lei. Se o Manual diz que é para disciplinar, então que assim seja! Se diz que é para banir da comunhão os insubordinados, então que se faça dessa maneira!

Se Deus tinha dito que destruiria Nínive, então por que voltar atrás? Onde ficaria a "honra", o "bom nome" do profeta?! Como ficaria "a imagem" da sua religião, da sua igreja?!

Ora... vê como o coração humano é mal e pecaminoso? Queremos misericórdia, graça e perdão para nós, mas não agimos assim quando se trata daqueles que nos ofendem, magoam e traem. Para eles, a letra da lei! A "tábua de condenação"!

Já imaginou a surpresa de alguns "conterrâneos" de Jonas quando encontrarem os ninivitas no Reino de Deus (Lucas 11:32)?! 
Já imaginou a surpresa de alguns "crentes" de hoje quando encontrarem seu vizinho ateu participando da Ceia do Cordeiro?!
Já imaginou como vai ser um "choque" para alguns legalistas e fariseus modernos quando se depararem com aquele "irmãozinho" que era indisciplinado, negligente, e que não seguia as mesmas "regras morais" que aqueles determinavam?!

Se tem uma coisa que eu aprendi da história de Jonas é a seguinte:

Não devemos julgar as pessoas e, muito menos, condená-las à perdição, pois o Senhor ama a todos e sempre atenderá o pedido sincero de socorro vindo dos lábios (ou da mente) de um de Seus filhos queridos... mesmo que este "filho" esteja todo enlameado pela sujeira deste mundo.

"...mas onde abundou o pecado, superabundou a graça, a fim de que, como o pecado reinou pela morte, assim também reinasse a graça pela justiça para a vida eterna, mediante Jesus Cristo, nosso Senhor" (Rom. 5:20-21).


Amém!

RELIGIOSO OU CRISTÃO?

Autor: Prof. Gilson Medeiros

"Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei" (Gál. 5:22-23).

Existe diferença entre ser um "cristão" e ser um "religioso"? A princípio, sim.

Um religioso é aquele que segue uma religião, portanto, pode-se dizer que o budista é um religioso, o hinduista, o judeu, o muçulmano, e até mesmo um espírita pode ser considerado um religioso. Existem alguns autores que colocam até os ateus neste grupo de "religiosos"!

Mas, ser um "cristão" é diferente. Neste grupo estão apenas os que crêem, vivem e pregam sobre os ensinamentos de Jesus Cristo. Segundo a Bíblia, a primeira vez que os discípulos receberam este "rótulo" foi na cidade de Antioquia (cf. Atos 11:26). No original grego é utilizada a palavra CHRISTIANOS, ou "aquele que segue a Cristo".

E eu posso professar seguir a Cristo mas não ser um "cristão"? Teoricamente, sim. Até certo ponto é perfeitamente possível viver toda uma vida seguindo rituais e cerimônias do Cristianismo, mas não estar entre aqueles que Jesus considera como Seus. A declaração dEle em Mateus 7:21-23 é uma prova cabal disso!

E como saber se minha fé não está sendo enganosa? Como saber se eu estou realmente desfrutando do crescimento e da "novidade de vida" que os primeiros cristãos experimentaram? Como que as pessoas podem olhar para mim, e assim como em Antioquia, verem que eu sigo a Jesus?

A resposta é dada por Paulo na citação bíblica que abriu esta postagem: Gálatas 5:22-23.

Uma pessoa que está se deixando trabalhar pelo Espírito Santo, fatalmente, demonstrará em sua vida O FRUTO deste Espírito. Sempre me intrigou esta designação no "singular" sobre a manifestação do Espírito Santo em nós. Quando Paulo fala de dons, ele usa o plural... Quando fala em ministérios de liderança, ele usa o plural... Mas quando Paulo foi inspirado a falar sobre o RESULTADO (é isto que um fruto é!) da atuação do Espírito Santo em nós, ele usa um termo no "singular": FRUTO. Não são "os frutos", mas O FRUTO. Isto deve nos levar constamente à reflexão!

Quer dizer que eu posso ser bondoso e fiel, mas se não tenho a paciência, então o Espírito Santo não está habitando totalmente em mim? Parece que foi isso que Paulo quis ensinar aos Gálatas... O apóstolo, que teve uma tremenda experiência de conversão, passando de "religioso" (cf. Filip. 3:5-6) a "cristão", nos leva a refletir sobre até que ponto nossa vida "devocional", "cerimoniosa", "litúrgica", está refletindo uma experiência verdadeira com Jesus.

Quantas pessoas que conhecemos, com uma aparente "consagração" infalível, e que são pessoas de temperamento irritante, belicoso e anti-social?!
Quantos que são extremamente meticulosos no que devem comer, mas que são avarentos e apegados aos bens materiais?!
Quantas esposas que, na Igreja, são modelos de "santidade", mas que com os parentes e vizinhos demonstram-se extremamente intemperantes e grosseiras?!
Quantos maridos que, com terno e gravata, até parecem o supra-sumo da fidelidade a Deus, mas que em seus lares são cruéis, implacáveis e tiranos com esposa e filhos?!
Quantos pastores, anciãos e líderes que deveriam ser um modelo na revelação do fruto do Espírito, mas que machucam, magoam e ferem aqueles que estão sob sua "autoridade"?!

Amor,
Alegria,
Paz,
Longanimidade,
Benignidade,
Bondade,
Fidelidade,
Mansidão,
Domínio próprio


É fácil decorar versos bíblicos; saber doutrinas e profecias na ponta da língua; conhecer todas as combinações alimentares permitadas e proibidas; palestrar horas seguidas sobre os benefícios da soja em nossa dieta; ter dezenas de certificados do ano bíblico pendurados na parede; ler todos os livros escritos por Ellen White...

O difícil é demonstrar aos que nos rodeiam se, realmente, Cristo vive em nós. Isso se revela não só por roupas características de "crente", ou por não usar maquiagem e jóias, por exemplo... Isso os "religiosos" também conseguem fazer...

Mas o que o mundo deseja ver mesmo, e não conseguirá levantar contra-argumentos, é uma vida renovada e vivificada pelo Espírito do Senhor, evidenciando o seu COMPLETO FRUTO, com suas 9 partes, em nossa vida.

De que adianta passar horas e horas na Igreja, não perder a nenhum culto das madrugadas, estar em todas as Santas-Ceias, etc., se, ao chegar em casa, o caráter que é revelado aos parentes, amigos e familiares é o mesmo de uma pessoa que não tem nenhum contato com nossa fé?!

De que adianta a existência da Igreja, se ela não consegue nos ajudar a vivermos à semelhança de Cristo? Para que ela serve se, ano após ano, continuamos os mesmos egoístas, grosseiros, petulantes, arrogantes, briguentos, críticos e encrenqueiros de sempre?!

De que adianta ter nascido em "berço Adventista", se anos depois eu revelo o mesmo caráter vil e perverso de outros que nasceram na mesma época que eu, mas em outro "berço"?!

Jesus veio para derrubar as barreiras que existiam entre a "religião" e a "fé". 
- Os religiosos estavam sempre querendo disciplinas e apedrejamentos... Jesus queria curar e libertar.
- Os religiosos seguiam seus infindáveis rituais de purificação exterior... Jesus ensinava que o mais importante é purificar o interior.
- Os religiosos eram implacáveis e vingativos... Jesus perdoava e derramava Sua misericórdia.

Aliás, das poucas vezes em que Jesus agiu com "grosseria" ou "dureza" foi exatamente contra os RELIGIOSOS.

Já pensou nisso?!

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Deixe que a verdadeira fé, uma fé viva em Cristo, nosso Salvador e Senhor, modifique sua vida de tal forma que o Espírito Santo encontre lugar para ali construir o Seu Templo (cf. 1Cor. 6:19).

Se até hoje sua vida tem sido de rituais e cerimônias meramente religiosas, peça ao Senhor que te mostre a beleza de ter a vida lavada e regenerada pelo "banho da graça", que Jesus deseja conceder a todos os que O seguem (Tito 3:5). 

Desejo, de coração, que Jesus encontre entre os Adventistas do 7º Dia muito mais cristãos do que religiosos!

quinta-feira, 12 de março de 2009

O dilúvio foi copiado de lendas de outros povos?

           Fator melquisedeque

Os fatos apresentados nesse tipo de explicação podem ser vistos de dois ângulos. Você pode, por exemplo, dizer que o dilúvio foi copiado de antigas lendas pagãs (há muitas sobre o dilúvio), ou acreditar que não eram lendas, mas um conhecimento do dilúvio que acabou misturado com sua cultura. O mesmo sobre o Sol e a menção que a Bíblia faz dele em relação a Cristo, como o “Sol da Justiça”, por exemplo. Será que o cristianismo copiou do paganismo a noção de Jesus/Sol ou esse era um conhecimento real e dado por Deus que acabou se mesclando com sua cultura?

O mesmo você pode dizer da ressurreição, do sacrifício vicário, da santa ceia e de tantos outros aspectos do cristianismo que possuem um correspondente no paganismo. O fato de algo ter um correspondente no paganismo não quer dizer necessariamente que o correspondente pagão tenha sido o que surgiu primeiro. Como no caso do dilúvio, primeiro veio o conhecimento divino dado a Noé, e depois as lendas pagãs. O mesmo se pode dizer do monoteísmo. Há religiões pagãs monoteístas, como uma que dominou o Egito em um determinado tempo, ou outra instituída por um rei Inca em sua época. Teria o judaísmo ou cristianismo monoteísta ido buscar a ideia nesses povos ou seria o contrário?

Vários povos antigos tinham a noção de um salvador que viria do céu, e alguns alegam que os Maias tenham se deixado dominar pelos espanhóis por considerarem aqueles homens enormes (nos primeiros encontros eles não entendiam que o cavalo não fazia parte do homem) como o salvador anunciado. Será que o messianismo judaico-cristão emprestou desses povos antigos a ideia de um Messias ou foi o contrário, isto é, esses povos em algum momento do passado tiveram contato com a revelação divina de um Messias e acabaram incorporando isso em suas culturas?

Um excelente livro sobre o assunto é O Fator Melquisedeque, de Don Richardson, missionário que encontrou vários exemplos de paralelos cristãos em povos indígenas de todo o mundo. Sua tese é que Deus preparou os homens para as Suas verdades e que esse preparo acabou incorporado às suas culturas, de forma que não achassem estranho quando alguém lhes falasse de um dilúvio universal, de um Messias, um Salvador, um sacrifício substitutivo, etc. 

O próprio Don Richardson viveu em uma tribo da Nova Guiné onde a porta para a aceitação do evangelho foi o conceito que tinham do “Totem da Paz”, ou seja, quando uma tribo queria ter paz com outra, entregava um de seus filhos, uma criança, que precisava ser criada pela outra tribo. Enquanto a criança vivesse, elas não poderiam guerrear. Quando o missionário disse aos indígenas que Deus entregou Seu filho para fazer a paz conosco, e como o Filho está hoje ressuscitado e não morre mais é possível ter paz com Deus eternamente, tiveram início as conversões.

Leia um trecho da apresentação do livro:

“Deus preparou o mundo para o Evangelho 

“Uma vez por ano, os artesãos de uma tribo da Indonésia constroem um barco de madeira em miniatura e o levam à beira do rio. O chefe religioso da tribo amarra uma galinha num lado do barquinho e coloca uma lanterna acesa no outro lado. Logo em seguida, cada membro da tribo passa perto do barquinho e coloca um objeto invisível entre a galinha e a lanterna. 

“Quando se pergunta às pessoas o que deixaram no barquinho, elas respondem: meu pecado. Depois, o chefe deixa o barquinho ser levado pela correnteza do rio, enquanto os expectadores gritam: ‘Estamos salvos!’ Embora essa cerimônia religiosa não salve ninguém do seu pecado, Don Richardson a vê como exemplo de uma ponte para o conhecimento do Evangelho. 

“Neste livro, Richadson conta mais 25 histórias fascinantes, que mostram a semente do Evangelho deixada por Deus em cada cultura do mundo. Ele chama esse tipo de revelação geral de Deus o Fator Melquisedeque, usando o nome do sacerdote a quem Abraão prestou homenagem no Livro de Gênesis. 

“Este livro mudará as ideias de muitos cristãos sobre os povos pagãos e sobre a soberania de Deus.”

(O Que Respondi)

domingo, 8 de fevereiro de 2009

QUANDO A RELIGIÃO CAUSA UM TRAUMA PSICOLÓGICO NA ALMA

QUANDO A RELIGIÃO CAUSA 
UM TRAUMA PSICOLÓGICO NA ALMA

Dr. J. LeBron McBride, Ph.D. *

A religião saudável tem um grande potencial para o bem, mas a religião corrupta pode trazer grande preocupação para a alma. Na verdade, ocorrem grandes acidentes espirituais e lesões traumáticas do psiquismo durante viagens religiosas. Este artigo centrar-se-á em que algumas das maneiras pelas quais a religião ruim resulta em um trauma psicológico até para aqueles que fogem de seu absorvente controle.

Nas décadas mais recentes, temos chegado a observar o impacto de experiências traumáticas em pessoas que as tem sofrido. Temos até um distúrbio psicológico que se reconhece como resultado de um trauma terrível. Chama-se Desordem de stress pós-traumático. Embora certamente não desejo minimizar de forma alguma as terríveis experiências que muitos têm com várias formas de abuso, violência e guerra,  descobri que existem alguns paralelos menos intensos nos que experimentam o trauma da religião destrutiva. Tenho também descoberto que um enfoque puramente teológico à cura dessas pessoas, embora indispensável, não é tão útil como uma abordagem holística, que também inclui aspectos teológicos e relacionais.

Pessoas que despertam, saem de um sistema religioso por vários caminhos. Elas costumam despertar gradualmente e se dão conta de que, sem alguma manobra molesta e evasiva, os pedaços da estrutura teológica simplesmente já não se encaixam para eles. Para aqueles que foram "verdadeiros crentes”, este despertar pode tornar-se confusão, desorganização, e um desconfortável estado psicológico porque as coisas já não ajustam entre si como um pacote bem embrulhado. Esse estado psicológico é chamado dissonância cognitiva devido aos conflitos internos que apresenta.


Ambivalência e confusão

A maioria experimentará uma luta para frente e para trás ou ambivalência ao lutar com o que sempre se lhes tem ensinado e o que estão começando a entender. Um exemplo disto é a pessoa que me escreveu o seguinte:

“Devo confessar que, às vezes, não tenho certeza do que está acontecendo na minha cabeça. Tudo o que sei é que quando eu penso em regressar à "experiência religiosa" dos últimos anos, não posso suportar a idéia. Tenho encontrado uma liberdade e uma alegria que nunca conheci antes, e quanto mais eu aprendo, melhor me sinto sobre isso. No entanto, um não pode ter crescido na "velha escola" e não ter medo, de vez em quando, ser um herege e um "sinal do fim."

Esta ambivalência e confusão podem ser extremamente intensas ao perceber a pessoa de que muitas das suposições e crenças que lhe foram ensinadas durante anos não são corretas. Pode haver uma sensação de impotência, desorientação, e de estar assoberbado, que são experiências comuns dos que passam por um trauma. Depressão, ansiedade, rigidez ou comportamento impulsivo pode tornar-se evidente. Podem experimentar ira, desespero, vergonha, culpa, desconfiança, fúria, medo e irritação. Nada parece normal nem seguro. O questionamento espiritual pode se tornar uma obsessão. O transtorno pode ser horrível.

Zona psicológica de perigo

 
Como um cliente me disse: "A minha fé tem sido sacudida até ao chão." Quando as suposições e as crenças de um caem e caem, se cria uma zona de psicológica de perigo. Os perigos podem incluir o seguinte: 

  * O perigo de voltar à velha estrutura de crença, não porque já não é válida, mas por causa da segurança e da confiança que acabam sendo falsas.

 * O perigo de acreditar que temos de rejeitar tudo que é espiritual ou religioso - "deitar fora o bebê junto com a água do banho"

* O perigo de ir para os extremos da vida, tais como abuso de substâncias psicotrópicas, ter qualquer outro comportamento aditivo para adormecer a dor, ou de recorrer à automedicação

* O perigo de negar qualquer conceito novo ou excluir qualquer forma de pensar que produza um conflito interno

* O perigo de se adaptar e reprocessar quaisquer verdades novas até ao ponto que se comprometa a integridade

* O perigo de tratar de maneira não cristã aqueles que não captam as perspectivas teológicas recém encontradas

* O perigo de se enredar de tal modo em sutilezas teológicas que negligencie o relacionamento com Cristo e os ensinamentos centrais como a graça, a liberdade no evangelho, e o amor.

Muitos que seguem adiante até tornarem-se mais equilibrados pode ser que se aproximem a alguns destes perigos durante um tempo. No entanto, os perigos são muito reais e podem levar à destruição, especialmente se se continua neles por demasiado tempo. Às vezes, comprometem muito a psique e a alma ao apagar as pessoas partes importantes de si mesmas e existir como um robô mecânico para poder suprimir a dor. Evidentemente, é importante não julgar da maneira básica ou a velocidade com que uma pessoa pode progredir em sua luta para mudar. Isso pode ser um assunto muito específico, individual, e pode depender em certa medida da quantidade de doutrinamento que recebeu desde criança em uma estrutura religiosa a qual tenta abandonar.

Perda e dor

A perda que se associa com o abandono de um sistema religioso ou uma cultura religiosa pode ser outro aspecto do trauma. Para muitos, o quanto mais rigoroso o trauma da subcultura do sistema religioso e quanto maior for o isolamento da sociedade em geral, maior será a perda. Quando toda a rede social e os membros da família estão no antigo sistema, o isolamento pode criar uma grande tensão relacional e psicológica. Há ampla evidência da importância da rede social de um para todas as áreas de saúde, e quando se remove a rede social e de apoio, a pessoa está em uma posição fica muito precária. Outro fator que pode vir a funcionar é que, uma vez que um tem crido que ele ou ela é do "remanescente" ou está na "verdadeira igreja", para alguns, há uma perda, por não estar nesse grupo especial. Pode haver também a necessidade de encontrar outra "igreja perfeita", teologicamente falando, que, evidentemente, nunca existiu em primeiro lugar.

Importantes considerações


O que anteriormente foi delineado brevemente e, em geral, como os sistemas religiosos, que são destrutivos, podem precipitar o trauma psicológico, quando uma pessoa tenta passar para outra orientação religiosa. As seguintes são algumas considerações para a manutenção da saúde psicológica em meio de uma experiência traumática:

* Permaneça enfocado no evangelho e em uma relação com Cristo. Nele encontramos nossa condição de especiais e nosso propósito para a tolerância.

* Mova-se em sua própria velocidade; que ninguém mais lhe dite quando necessita mudar uma crença ou deixar uma igreja. Você é que tem que viver com a sua decisão.

* Procure conselhos de pessoas de confiança, e, possivelmente, um conselho pastoral. Muitos conselheiros pastorais podem compreender muitas das suas lutas, em certa medida. Estas lutas ocorrem em muitos sistemas religiosos.

* Comece logo a expandir a sua rede social, se for isolado. Leva tempo e pode ser que não tenha o mesmo nível de comodidade que a proximidade que experimentou com os que tinha conhecido durante anos, e com quem você teve uma comum sistema de crenças.

* Exerça e conserve o equilíbrio em sua vida. Você não pode e não deve estudar os pontos em disputa todo o tempo. Precisa de algum divertimento e lazer saudável.

* Tenha cuidado para não ir a extremos. Sua âncora tem sido levada, e você estará à deriva por um tempo. A moderação é uma chave para a saúde.

* Mantenha a sua paixão, mas lamente a perda de algo de seu idealismo. Não existe nenhuma estrutura religiosa perfeita. No entanto, a seu tempo vai encontrar uma grande satisfação em estar em uma honesta jornada espiritual, em que você pode discutir com integridade e franqueza.

* Re-incida sobre o desafio das novas aventuras de fé e em como sua vida pode ser um exemplo de contínua renovação e reforma para a qual Cristo nos chama em seu discipulado. Cristo não nos chama a ficar como estamos.

* Seja cauteloso e cuidadoso com quem partilha seus recém-achados pontos de vista. Não há nenhum mérito em causar mais turbulência e conflito do que o necessário.

* Dê-se conta, novamente, de que Deus é maior e melhor do que qualquer sistema religioso, e que sua salvação depende de um relacionamento com Ele, e não com nenhuma estrutura organizada. 

Existe um mito em alguns sistemas religiosos destrutivos de que uma pessoa que saia de uma organização não vai sobreviver espiritual ou psicologicamente. Este mito torna mais difícil para alguns abandonarem os sistemas religiosos opressivos. No entanto, este mito é realmente um mito. Há multidões que desfrutam da liberdade de maneiras recém-encontradas de servir e adorar a Cristo em um espírito de liberdade, e que têm superado o trauma psicológico de um sistema religioso tóxico.

* O Dr. McBride é ex-ministro ordenado da IASD. Atualmente, é ministro principal da Primeira Igreja Cristã (Discípulos de Cristo) em Roma, Estado de Geórgia, e Diretor de Medicina da Conduta na Prática de Residência Familiar no Centro Médico Floyd. É terapeuta familiar com licença; autor do liro Spiritual Crisis: Surviving Trauma to the Soul (disponível por meio de Life Assurance Ministries Publications) e Disappointment with the Church (ISBN 0-595-13060-7).

Traduzido do espanhol (http://www.geocities.com/alfil2_1999/trauma.html) para o português por Paulo A. da C. Pinto http://br.geocities.com/pacostapinto

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Um outro paradoxo(Na doutrina do sábado)

PARADOXO NA DOUTRINA SOBRE O SÁBADO

TRÊS(3) Perguntas para serem respondidas ao final do texto.

- O SÁBADO É O DIA DESCANSO DOS ISRAELITAS.
- O TEXTO NÃO É PARA IR CONTRA A GUARDA E SANTIFICAÇÃO DO MESMO.
- O QUE AQUÍ ESTÁ SENDO DITO, NÃO É PARA AFIRMAR QUE O SÁBADO
FOI ABOLIDO, OU QUE PAULO QUIS DIZER QUE FOI ABOLIDO.

É UMA QUESTÃO DE HONESTIDADE E SINCERIDADE,
PARA ENTENDER A BÍBLIA NO CONTEXTO GERAL.
Vamos lá:

TODOS OS INCIDENTES, CONTROVÉRSIAS, JULGAMENTOS, ACUSAÇÕES E PERSEGUIÇÕES DE JESUS E DOS DISCÍPULOS PELOS ESCRIBAS, FARISEUS E MAIORAIS DO TEMPLO, QUANTO AO SÁBADO, ERAM SOBRE O SÁBADO SEMANAL, conforme podemos ver nas citações bíblicas.

NESTES INCIDENTES ELES OS JULGAVAM DE VIOLAR O SÁBADO SEMANAL.

MATEUS 12
1 - Naquele tempo passou Jesus pelas searas num dia de sábado; e os seus discípulos, sentindo fome, começaram a colher espigas, e a comer.
2 - Os fariseus, vendo isso, disseram-lhe: Eis que os teus discípulos estão fazendo o que não é lícito fazer no sábado.
5 - Ou não lestes na lei que, aos sábados, os sacerdotes no templo violam o sábado, e ficam sem culpa?
8 - Porque o Filho do homem até do sábado é o Senhor.
11 - E ele lhes disse: Qual dentre vós será o homem que, tendo uma só ovelha, se num sábado ela cair numa cova, não há de lançar mão dela, e tirá-la?

MARCOS 3
2 E observavam-no para ver se no sábado curaria o homem, a fim de o acusarem.
4 Então lhes perguntou: É lícito no sábado fazer bem, ou fazer mal? salvar a vida ou matar? Eles, porém, se calaram.

LUCAS 6
6 - Ainda em outro sábado entrou na sinagoga, e pôs-se a ensinar. Estava ali um homem que tinha a mão direita atrofiada.
7 -E os escribas e os fariseus observavam-no, para ver se curaria em dia de sábado, para acharem de que o acusar.
9 - Disse-lhes, então, Jesus: Eu vos pergunto: É lícito no sábado fazer bem, ou fazer mal? salvar a vida, ou tirá-la?

LUCAS 13
10 - Jesus estava ensinando numa das sinagogas no sábado.
14 - Então o chefe da sinagoga, indignado porque Jesus curara no sábado, tomando a palavra disse à multidão: Seis dias há em que se deve trabalhar; vinde, pois, neles para serdes curados, e não no dia de sábado.
15 - Respondeu-lhe, porém, o Senhor: Hipócritas, no sábado não desprende da manjedoura cada um de vós o seu boi, ou jumento, para o levar a beber?
16 - E não devia ser solta desta prisão, no dia de sábado, esta que é filha de Abraão, a qual há dezoito anos Satanás tinha presa?

LUCAS 14
1 - Tendo Jesus entrado, num sábado, em casa de um dos chefes dos fariseus para comer pão, eles o estavam observando.
3 - E Jesus, tomando a palavra, falou aos doutores da lei e aos fariseus, e perguntou: É lícito curar no sábado, ou não?
5 - Então lhes perguntou: Qual de vós, se lhe cair num poço um filho, ou um boi, não o tirará logo, mesmo em dia de sábado?

JOÃO 5
9 - Imediatamente o homem ficou são; e, tomando o seu leito, começou a andar. Ora, aquele dia era sábado.
10 - Pelo que disseram os judeus ao que fora curado: Hoje é sábado, e não te é lícito carregar o leito.
16 - Por isso os judeus perseguiram a Jesus, porque fazia estas coisas no sábado.
18 - Por isso, pois, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não só violava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus.

JOÃO 7
22 - Moisés vos ordenou a circuncisão (não que fosse de Moisés, mas dos pais), e no sábado circuncidais um homem.
23 - Ora, se um homem recebe a circuncisão no sábado, para que a lei de Moisés não seja violada, como vos indignais contra mim, porque no sábado tornei um homem inteiramente são?

JOÃO 9
14 - Ora, era sábado o dia em que Jesus fez o lodo e lhe abriu os olhos.
16 -Por isso alguns dos fariseus diziam: Este homem não é de Deus; pois não guarda o sábado. Diziam outros: Como pode um homem pecador fazer tais sinais? E havia dissensão entre eles.

PAULO AOS COLOSSENSES 2
“16 - Ninguém, pois, vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa de dias de festa, ou de lua nova, ou de sábados,...”

PERGUNTA 1

Se todos os incidentes, controvérsias, acusações e julgamentos E PERSEGUIÇÕES, referentes à suposta(falsa), violação do sábado por Jesus e pelos discípulos, referiam-se aos sábados semanais; Porque só em colossenses 2:16 e 17 , referem-se à sábados cerimoniais..?

Não aconteceu nenhum incidente quanto aos sábados cerimoniais, ou aconteceu?

PERGUNTA 2

Porque Paulo advertiu para não julgar ninguém quanto aos sábados cerimoniais, se não aconteceu nenhum incidente quanto a eles?

Não era essa a preocupação de Paulo. Ou era?

PERGUNTA 3

Depois do citado acima, podemos dizer que Paulo em Colossenses 2:16 e 17, estava se referindo a sábados cerimoniais?

Outra! Veja a opinião de renomado adventista, sobre o entendimento dos falsos mestres, quanto a dizerem que os sábados de col 2:16 e 17, são sábados cerimoniais e não semanais. Isto é desconcertante para os Adventistas!

OPINIÃO DE SAMUELLE BACCHIOCHI SOBRE CL 2.16-17

“O sábado em Colossenses 2.16: O tempo sagrado prescrito por falsos mestres referem-se como sendo ‘um sábado festival’ ou a lua nova ou um sábado. – ‘eortes e neomnia o sabbaton.’ (2.16). O consenso unânime de comentaristas é que estas três expressões representam uma lógica e progressiva seqüência (anual, mensal e semanal). Este ponto de vista é válido pela ocorrência desses termos... Um outro significativo argumento contra os sábados cerimoniais ou anuais é o fato de que estes já estão incluídos nas palavras ‘dias de festa...’Esta indicação positivamente mostra que a palavra SABBATON como é usada em Cl 2.16 não pode se referir aos sábados festivais, anuais ou cerimoniais”.

Determinar o sentido de uma palavra baseando-se exclusivamente em conceitos teológicos em prejuízo de evidências lingüísticas e contextuais é estar contra as regras de hermenêuticas bíblicas. Ademais, a interpretação que o Comentário Adventista dá à palavra ‘sábados’ de Cl 2.16 é difícil de ser sustentada, desde que temos visto que o sábado pode legitimamente ser tido como ‘sombra’ ou símbolos preparatórios de bênçãos da salvação.”“.

Retirado lo link:
http://www.cacp.org.br/adventismo/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=63&menu=1&submenu=2


Que o Deus Eterno nos ilumine

Irmão Francisco
E-Mail (chicobetu@gmail.com.br)
Meu blog: http://cristaoslivres-francisco.blogspot.com/
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Abaixo segue contribuição do irmão Paulo pinto, do Ministério Bereano, não distoante, pois no texto acima, do “Paradoxo na doutrina do sábado”, não há a afirmação que Paulo quis dizer que o sábado estava abolido, ou que o estava abolindo, apenas estava dizendo para não julgar alguém por causa de sábados, o que vale para hoje, também. Confesso que depois que li alguns textos que ele me enviou mudei um pouco a redação.

OBRIGADO PAULO!

Retirado da contribuição:
Adam Clarke, conhecido comentarista Metodista, é claro em afirmar:
“...O sábado semanal se apóia numa base mais permanente, tendo sido instituído no Éden,para comemorar o término da criação em seis dias. Levítico 23:38 expressamente distingue ‘o sábado do Senhor’ dos outros sábados. Um preceito positivo é bom porque é ordenado e deixa de ser obrigatório quando ab-rogado; um preceito moral é mandato eterno, por ser eternamente justo”.[1][15]
“O que foi dito anteriormente é suficiente para esclarecer que Paulo jamais pretendeu abolir, em Colossenses 2:16 e 17, a obrigatoriedade moral do quarto mandamento, que por ter sido instituído na criação (Gênesis 2:1-3) e fazer parte da lei moral (Êxodo 20:8-11), também é um mandamento ‘santo justo e bom’(Romanos 7:12)”.[2][16]
O Sábado semanal o qual Jesus guardou (Lc 4:16) é uma bênção; neste dia podemos repousar de nossas atividades, adorar a Deus com maior intensidade e estar mais tempo com a família. Este sábado semanal não foi abolido, pois é um presente de Deus para nós.
A cada sábado na nova terra iremos adorar a Deus:
[1][14] The Seventh-day Adventist Bible Commentary, vol. 7, pp. 205 3 206, citado por Alberto Ronald Timm em “O Sábado nas Escrituras” São Paulo: Instituto Adventista de Ensino; 1990, p. 70.
[1][15] Clarke, vol. 6, p. 524 – Idem, p. 70.
[1][16] Alberto Ronald Timm, “O Sábado nas Escrituras”, p. 70-71.Retirado do livro: ]> Escola BíblicaCaixa Postal 89690 - CEP 28610-972 - Nova Friburgo, RJ. mailto:escola.biblica@sisac.org.brTextos de Difícil Interpretação

[1][15] Clarke, vol. 6, p. 524 – Idem, p. 70.
[2][16] Alberto Ronald Timm, “O Sábado nas Escrituras”, p. 70-71.