quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

“Família é prato difícil de preparar”




















Obs: "Francisco Azevedo" é homônimo do administrador deste blog...


Família é prato difícil de preparar. São muitos ingredientes. Reunir todos é um problema, principalmente no Natal e no Ano Novo. Pouco importa a qualidade da panela, fazer uma família exige coragem, devoção e paciência. Não é para qualquer um. Os truques, os segredos, o imprevisível. Às vezes, dá até vontade de desistir. Preferimos o desconforto do estômago vazio. Vêm a preguiça, a conhecida falta de imaginação sobre o que se vai comer e aquele fastio. Mas a vida, (azeitona verde no palito) sempre arruma um jeito de nos entusiasmar e abrir o apetite. O tempo põe a mesa, determina o número de cadeiras e os lugares. Súbito, feito milagre, a família está servida. Fulana sai a mais inteligente de todas. Beltrano veio no ponto, é o mais brincalhão e comunicativo, unanimidade. Sicrano, quem diria? Solou, endureceu, murchou antes do tempo. Este é o mais gordo, generoso, farto, abundante. Aquele o que surpreendeu e foi morar longe. Ela, a mais apaixonada. A outra, a mais consistente.

E você? É, você mesmo, que me lê os pensamentos e veio aqui me fazer companhia. Como saiu no álbum de retratos? O mais prático e objetivo? A mais sentimental? A mais prestativa? O que nunca quis nada com o trabalho? Seja quem for, não fique aí reclamando do gênero e do grau comparativo. Reúna essas tantas afinidades e antipatias que fazem parte da sua vida. Não há pressa. Eu espero. Já estão aí? Todas? Ótimo. Agora, ponha o avental, pegue a tábua, a faca mais afiada e tome alguns cuidados. Logo, logo, você também estará cheirando a alho e cebola. Não se envergonhe de chorar. Família é prato que emociona. E a gente chora mesmo. De alegria, de raiva ou de tristeza.

Primeiro cuidado: temperos exóticos alteram o sabor do parentesco. Mas, se misturadas com delicadeza, estas especiarias, que quase sempre vêm da África e do Oriente e nos parecem estranhas ao paladar tornam a família muito mais colorida, interessante e saborosa.

Atenção também com os pesos e as medidas. Uma pitada a mais disso ou daquilo e, pronto, é um verdadeiro desastre. Família é prato extremamente sensível. Tudo tem de ser muito bem pesado, muito bem medido. Outra coisa: é preciso ter boa mão, ser profissional. Principalmente na hora que se decide meter a colher. Saber meter a colher é verdadeira arte. Uma grande amiga minha desandou a receita de toda a família, só porque meteu a colher na hora errada.

O pior é que ainda tem gente que acredita na receita da família perfeita. Bobagem. Tudo ilusão. Não existe Família à Oswaldo Aranha; Família à Rossini; Família à Belle Meunière; Família ao Molho Pardo, em que o sangue é fundamental para o preparo da iguaria. Família é afinidade, é “à Moda da Casa”. E cada casa gosta de preparar a família a seu jeito.

Há famílias doces. Outras, meio amargas. Outras apimentadíssimas. Há também as que não têm gosto de nada, seriam assim um tipo de Família Dieta, que você suporta só para manter a linha. Seja como for, família é prato que deve ser servido sempre quente, quentíssimo. Uma família fria é insuportável, impossível de se engolir.

Enfim, receita de família não se copia, se inventa. A gente vai aprendendo aos poucos, improvisando e transmitindo o que sabe no dia a dia. A gente cata um registro ali, de alguém que sabe e conta, e outro aqui, que ficou no pedaço de papel. Muita coisa se perde na lembrança. Principalmente na cabeça de um velho já meio caduco como eu. O que este veterano cozinheiro pode dizer é que, por mais sem graça, por pior que seja o paladar, família é prato que você tem que experimentar e comer. Se puder saborear, saboreie. Não ligue para etiquetas. Passe o pão naquele molhinho que ficou na porcelana, na louça, no alumínio ou no barro. Aproveite ao máximo. Família é prato que, quando se acaba, nunca mais se repete.

CARINHOSAMENTE A NOSSA FAMILIA!!

Fonte: O Arroz de Palma, de Francisco Azevedo

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Por que há tantos evangélicos "sem igreja"

publicado 22/08/2009 por José Peres Júnior


Há alguns anos, escrevi um artigo em que apontava algumas causas do vigoroso crescimento das igrejas evangélicas no Brasil. A verdade é que esse cristianismo protestante fincou pé definitivamente neste país, e ainda continua avançando.

No entanto, nota-se que paralelamente ao crescimento do número de igrejas evangélicas, e os líderes fecham os olhos para isto, cresce também o número daqueles que, embora se professem cristãos, não freqüentam nenhuma denominação religiosa. E grande número desses é egresso das fileiras evangélicas. Assim, a pergunta é: por que há tantos evangélicos que se dizem “sem igreja”?

O crente simplista dá nomes institucionalizados a esses indivíduos, tais como rebelde, desviado, fraco, desgarrado, infiel, dentre outros. Mas, apesar dos estigmas, o fato é que muitos desses “desviados” não se sentem afastados de Deus. Eles fazem as suas orações, lêem a Bíblia, louvam, e confessam ser cristãos.

Primeiramente, deve-se distinguir duas classes de cristãos “sem igreja”. Uma é formada por aqueles indivíduos que começam a freqüentar uma denominação cristã e se afastam enquanto ainda não atingiram solidez doutrinária. A outra é composta por crentes que já atingiram um certo “enraizamento” na doutrina evangélica. Estes, normalmente, se afastam porque encontram discrepâncias entre a doutrina cristã e o que se prega na igreja.

As causas do crescente afastamento de pessoas das igrejas evangélicas são inúmeras. Historicamente, o espírito protestante, de onde vêm os evangélicos, é um espírito não-conformista. É um espírito investigativo, examinador, empreendedor. Para abandonar o conservadorismo católico não se exige menos. É um espírito em busca da “verdade”. Rubem Alves, um dos mais brilhantes teólogos que o protestantismo brasileiro já produziu, afirma com muita propriedade que o espírito católico se cristaliza na busca pela “unidade” da igreja, enquanto o espírito protestante busca a “verdade”, não se prendendo à tradição, ou à instituição. Assim, em nome da unidade, a instituição católica é bem mais tolerante quanto à diversidade em seu seio. Ao passo que aqueles que primam pela “verdade” não podem tolerar o pensamento divergente. Ou seja, o ambiente institucional evangélico é muito rígido. Para Alves, quem acredita possuir a verdade tem de ser intolerante e não pode aceitar idéias divergentes. De forma que a “doutrina” de quem governa a igreja evangélica não pode ser contrariada, ou posta em discussão. Criticar o projeto institucional é visto como heresia.

É curioso que ao católico, o evangélico se diz comprometido com a “verdade” e para possibilitar a conversão do outro, apela à independência institucional e à liberdade para interpretar o Texto Sagrado: examine, pondere, analise, veja se as regras católicas estão de acordo com a Bíblia. Com vistas à conversão, apela-se ao senso crítico. No entanto, esse indivíduo, protestante por natureza, gerado a partir da independência institucional e da liberdade para examinar e decidir os seus rumos espirituais, no seio da igreja evangélica vê-se impedido de usar dessa liberdade, pois, aderindo ao “batismo” da igreja, é obrigado a aceitar, a professar e a justificar, incondicionalmente, as regras da instituição.

Paradoxalmente, o discurso evangélico apregoa a liberdade, o senso crítico, a racionalidade e o livre exame do texto bíblico, mas enaltece a obediência e a fidelidade às suas estruturas institucionais.

Para instituir um conjunto de dogmas para a comunidade, o poder eclesiástico na igreja evangélica apela para a crença na infalibilidade dos seus líderes. Os dizeres e as interpretações dos líderes evangélicos quase sempre são elevados à categoria de revelações do Espírito Santo e ganham ares de “verdades” inquestionáveis. Por extensão, apregoa-se que as convenções da igreja não erram nas suas interpretações e nas suas nomeações. Por isto se exige obediência e submissão aos decretos superiores. Desta forma, quem não falar as palavras da instituição, não fala na igreja evangélica. Quem não aceitar as “regras do jogo” é impedido de jogar.

Rupturas são inevitáveis. Esse espírito investigativo se recusa a se dobrar àquilo em que não acredita. Daí nasce uma infinidade de novas instituições. Raríssimas são as denominações evangélicas que não nasceram de cismas, de discordâncias, de rupturas.

Por outro lado, muitos cristãos evangélicos, protestantes por natureza, que não possuem o idealismo para fundar uma nova instituição, quando percebem as discrepâncias no discurso institucional, preferem virar as costas para a denominação religiosa e fazer uma interpretação independente, de Deus, do mundo e da Bíblia.

Esse é o espírito protestante.
Esse é o espírito dos profetas.


Autor: Ao usar este artigo, mantenha os links e faça referência ao autor:
POR QUE HÁ TANTOS EVANGÉLICOS "SEM IGREJA"

publicado 22/08/2009 por José Peres Júnior em http://www.webartigos.com

Fonte: http://www.webartigos.com/articles/23693/1/POR-QUE-HA-TANTOS-EVANGELICOS-SEM-IGREJA/pagina1.html#ixzz1894PMtH3


Fonte: http://www.webartigos.com/articles/23693/1/POR-QUE-HA-TANTOS-EVANGELICOS-SEM-IGREJA/pagina1.html


jopejunior@yahoo.com.br



Fonte: http://www.webartigos.com/articles/23693/1/POR-QUE-HA-TANTOS-EVANGELICOS-SEM-IGREJA/pagina1.html#ixzz1893UtUVJ

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Divergência de opinião


Divergência de opinião


Impossível não lembrar do que fazem aos que se arriscam a contar da alegria que há na liberdade aos legalistas que só entendem que o que é belo é para ser preso, rotulado e seu canto não deve ecoar pelos céus da vida.

Não entendem que uma candeia não deve ser colocada debaixo do alqueire.

Uma pena

Postou Zé Luís, nas páginas do Geniza



Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com/2010/12/divergencia-de-opiniao.html#ixzz17ZS3VF2I
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terça-feira, 9 de novembro de 2010

Decorar doutrinas é fácil, o difícil é ser "ético"


A Lição da Escola Sabatina de hoje (06-11-2010) recapitulou a história de Urias, um personagem "dos bastidores" que foi vítima das atitudes pecaminosas de Davi (2Sam. 11).

A lição tratou Urias como um exemplo de fidelidade ao Senhor, em contraste com o Rei Davi que, além de ter se eximido de ir à guerra (que deveria ser a atitude c

orreta do líder do Exército) e ter preferido ficar na comodidade do Palácio Real em Jerusalém, ainda praticou cobiça, adultério, mentiras e, por fim, o assassinato do próprio Urias.

Fiquei observando os comentários dos membros da Unidade na qual eu estava, e o quanto os "irmãos" e "irmãs" têm uma ética deficiente, e uma compreensão equivocada deste tema na Bíblia. Foi comum ouvir um ou outro dizer que a culpa foi de Urias, que passou vários meses longe da família e preferiu ficar com os amigos no palácio do que ir para casa ver sua esposa. Não faltou quem dissesse que ele era um mau marido, que não gostava da esposa, que mereceu ser "traído", e que ele só morreu daquela forma porque não atendeu ao convite de Davi para ir para casa e ficar com sua bela esposa.

Quando o professor procurou mostrar o outro lado da questão, o lado da extrema ética e zelo de Urias pela sua fé em Deus (lembrando que ele, possivelmente, era um estrangeiro convertido), alguns "alunos" não concordaram, ficaram resmungando em conversas paralelas, e teve até um deles, que se considera muito conhecedor das Escrituras, que se levantou e saiu por não concordar com o que o professor estava explicando.

Esse é o ponto da questão... o que entendemos a respeito da ética bíblica?

O título desta postagem resume o que penso sobre este tema:

- É fácil decorar doutrinas e saber explicar detalhezinhos insignificantes de Daniel e Apocalipse... mas devolver um troco recebido a mais no ônibus, ai faz-se de conta que não vimos nada...

- É fácil retirar da alimentação este ou aquele alimento "reprovável", mas ser um funcionário eficiente, que faz sempre além do que lhe mandam, ai preferimos o velho bordão "não sou pago para fazer isso!"...

- É fácil encher a parede do escritório ou da sala com certificados de Ano Bíblico, e dizer com orgulho que já lemos a Bíblia toda umas 13.480 vezes, mas trocar o voto para Deputado por R$ 20,00 ou R$ 30,00 é algo "normal" para nós...

Percebem?!

A ética trata disso: de comportamento, de atitude, de escolhas... porém baseadas no que temos de mais profundo em nosso ser, em nosso caráter.

Diante da igreja, no sábado de manhã, com terno e gravata, é muito fácil parecer um bom cristão, um líder espiritual respeitável, um verdadeiro "santo"... mas é no dia-a-dia, nas pequenas decisões tomadas, nos mínimos afazeres cotidianos, que realmente revelamos o quanto o Cristianismo, em sua essência, tem impregnado nossa vida!

Se na igreja eu assumo uma postura de "consagração", "humildade", profundo conhecimento bíblico e doutrinário, mas no dia-a-dia eu demonstro um espírito egoísta, indisciplinado, desonesto, maldoso, intemperante, crítico, etc., isso evidencia que eu não compreendi o que JESUS ensinou sobre o tema no qual Ele mais se demorou: A ÉTICA CRISTÃ.

Enquanto eu observava os irmãos discutindo sobre se Urias errou ou não, percebi que havia uma pessoa na Unidade que foi um dos poucos que, de fato, compreendeu o tema da Lição. E sabe o que mais foi "irônico"? É que esta pessoa é uma das que aparenta menos conhecimento "doutrinário" do grupo, apesar de ser um membro antigo naquela congregação.

Assim é a ÉTICA CRISTÃ: você não precisa ser um intelectual, um teólogo, dominar a interpretação das profecias de Daniel e Apocalipse, ser defensor ardoroso da reforma alimentar ou de vestuário, etc., para ser ÉTICO... basta que você se disponha a entender, E APLICAR, aquilo que Jesus ensinou durante todo Seu ministério neste mundo.

Não é a toa que se costuma dizer que o sermão mais longo de Cristo, foi também o mais DIFÍCIL de ser vivido: o Sermão do Monte (releia-o em Mateus 5 a 7).

Deve ser porque ali o Mestre não tratou de doutrinas secas e sem vida... mas da ÉTICA que salva.

Voltando à história de Urias, ele foi sim um exemplo a ser seguido no que se refere ao zelo que demonstrou para com a Arca do Senhor, para com seus "irmãos" de batalha, e para com seu rei... mesmo que os machistas e as feministas da cultura podre de nossa época pensem o contrário.

Nesta terrível história, o único verdadeiramente culpado foi DAVI, e somente depois que ele entendeu isso foi que escreveu o belo Salmo 51.

"Amarás, pois, o SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força" - Deut. 6:5.

Por: Gilson Medeiros

Fonte:http://prgilsonmedeiros.blogspot.com/2010/11/decorar-doutrinas-e-facil-o-dificil-e.html

terça-feira, 26 de outubro de 2010

O Santo e o Legalista

Santidade e legalismo: O caráter surpreendente do santo.


Antonio C. Costa

1. O santo se relaciona com Deus em amor, o legalista procura cumprir a lei em temor servil.

2. O santo vive em liberdade sob o espírito da lei, e não no claustro do detalhismo ético. Ele vê a moral cristã à luz do conjunto mais amplo de preceitos morais e do seu escopo principal: a glória de Deus e a felicidade humana; em vez de vê-la sob as trevas da obediência a detalhes morais, capazes de conduzi-lo à negligência do propósito essencial da norma ética.

3. O santo submete sua vida ao que as Escrituras revelam, o legalista procura impressionar a Deus com tolices criadas pelo homem. Para o santo, boa obra é apenas aquela que é praticada em amor e sujeição a preceito ético claramente revelado.

4. O santo sabe que entrará no reino dos céus pelo sacrifício de um outro que foi espancado e morto em seu lugar, o legalista não consegue entender uma relação com Deus que não seja baseada em performance.

5. O santo cai e se levanta, confiando mais na misericórdia de Deus do que na sua inocência, o legalista só se perdoa depois de haver expiado pessoalmente a sua culpa.

6. O santo se relaciona com Deus através de Cristo, o legalista se relaciona com Deus através da lei.

7. O santo ficou viúvo da lei e casou com Cristo, o legalista mantém o matrimônio com a senhora lei.

8. O santo é cara de pau. Participa da festa do amor do Pai como se nada tivesse acontecido. O legalista recusa-se ir para o salão de festa sem antes passar pela senzala.

9. O santo usa as Escrituras para revelar o amor gracioso de Deus pelos pecadores, o legalista usa a Bíblia para justificar a sessão de apedrejamento do que pecou.

10. O santo surpreende-se com a doçura da graça de Deus, o legalista espanta-se com a estreiteza do caminho que leva ao céu.

11. O santo é bom e justo, já o legalista costuma ser apenas justo. Em suma, o santo é justo, o legalista é justiceiro.

12. As crianças adoram a companhia do santo, o legalista as espanta.

13. O santo não se sente livre para ser mau porque Deus é bom, o legalista tende a ser tão mau quanto o seu Deus.

14. O santo tem sempre alguém na vida com quem pode falar sobre suas fragilidades morais, o legalista procura ocultá-las até de si mesmo.

15. O santo encontrou na vida um Deus amável a quem cultua em amor, o legalista encontrou na vida um justiceiro celestial a quem cultua de olhos secos.

16. O santo é progressista, o legalista é conservador. O santo conserva o que ainda é útil, santo e bom; o legalista conserva o que é relativo, temporal e anacrônico. O santo lê Nietzsche, Foucault e Freud, e retém o que é bom, encontrando ouro no meio do lamaçal; já o legalista lê as mesmas pessoas sempre, mantendo uma vida intelectual antisséptica, que o priva de aprender com quem, embora não ofereça boas respostas, faz boas perguntas.

17. O santo celebra a vida, o legalista só se sente bem quando está mal.

18. O santo não busca uma santificação que o desnaturalize, o legalista tenta viver como anjo

19. O santo surpreende-se com a condescendência divina em face da sua fraqueza moral, o legalista não entende como não é mais abençoado em face do seu desempenho ético.

20. O santo se relaciona com Deus através de Cristo, o legalista se relaciona apenas com Deus. Por isso, o santo encontra o Pai, o legalista o Diabo.

Fonte: http://www.genizahvirtual.com/2010/10/santidade-e-legalismo-o-carater.html


terça-feira, 19 de outubro de 2010

Decreto dominical?

O DOMINGO NA CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA

por Edgard Durand e

Eloy Arraes Vargas

Muito tem sido falado sobre a instituição do Domingo como descanso obrigatório como legislação mundial.

Particularmente entre os religiosos que guardam o sábado esse tema tem sido extremamente destacado e discutido.

Fato é que na Constituição Brasileira esse tema tem sido tratado de forma mais ou menos explicita, dependendo das condições de época e dos congressos constituintes de cada época.

O fato de que a Constituição Brasileira privilegie o Domingo como dia de descanso seguramente não impede os guardadores do sábado continuem a guardar o seu dia e descansar nele.

O que ocorre nesses casos é que a maioria dos guardadores do sábado passam a descansar 2 dias por semana, ou seja, Descansam no Sábado cumprindo sua fé e descansam no domingo para não agredir a comunidade e não agredir a lei do Pais.

Uma observada com mais cuidado nas crenças dos guardadores do sábado vai nos mostrar que em seus livros textos o que se observa é o temor do surgimento de uma lei que venha impedi-los de guardar o sábado.

Essa lei que os proibiria de Guardar o Sábado é apresentada e chamada erroneamente de Lei dominical, particularmente entre os Adventistas do Sétimo Dia, apesar de que em um dos seus livros básicos chamado de "Conflito dos Séculos" fica claro que a referencia e expectativa tem a ver com "decretação da proibição da Guarda do Sábado" e de que com o passar do tempo surgiria uma lei decretando a pena de morte aos guardadores do Sábado.

Quanto a guardar o Domingo desde que também se guardasse o sábado, fica claro nos Livros escritos por Ellen G. White ( profetisa desse grupo) que isso não seria problema nenhum pois, recomenda ela, que no Sábado se descanse conforme a Lei dos mandamentos e que o domingo seja usado para a pregação religiosa (enquanto isso for permitido).

Façamos uma análise sobre as constituições brasileiras para ver a forma que elas trataram o Domingo:-

A constituição de 1891 nada falava a respeito, e estabelecia a total separação entre Religião e Estado.

http://www.presidencia.gov.br/CCIVIL/Constituicao/Constituiçao91.htm

Já na constituição de 1934 o Domingo aparece:

o inciso "e" do paragrafo 1 do artigo 121 diz: e) repouso hebdomadário, de preferência aos domingos;

Verificaremos mais abaixo que a frase - de preferência aos domingos é meramente um eufemismo pois as exigências legais para que se trabalhe aos domingos são bastante onerosas.

Na Constituição de 1937 o texto aparece um pouco modificado dando mais aberturas as empresas.

Artigo 137 inciso "d"

d) o operário terá direito ao repouso semanal aos domingos e, nos limites das exigências técnicas da empresa, aos feriados civis e religiosos, de acordo com a tradição local;

A Constituição de 1946 praticamente mantém o mesmo texto:

Artigo 157

VI - repouso semanal remunerado, preferentemente aos domingos e, no limite das exigências técnicas das empresas, nos feriados civis e religiosos, de acordo com a tradição local;

A Constituição de 1967 tem o mesmo teor

Artigo 158

VI - repouso semanal remunerado, preferentemente aos domingos e, no limite das exigências técnicas das empresas, nos feriados civis e religiosos, de acordo com a tradição local;

Na emenda constitucional seguinte há uma reestruturação e o assunto tem a seguinte redação:

emendas n.1 de 17/10/1969; 2/72 a 21/81

Art. 165 inciso VII

VII - O repouso semanal remunerado e nos feriados civis e religiosos, de acordo com a tradição local.

Note que aqui já não se fala em Domingo.

Na constituição seguinte com as emendas até 24/83 a redação é a mesma.

Em seguida temos a constituição chamada de Cidadã de 1988.

Nesta constituição, talvez por influência católica do então presidente da Câmara DR. Ulisses Guimarães, o texto voltou ao antigo.

Capítulo II - Dos direitos sociais

Art. 7 inciso XV

XV - repouso semanal remunerado, preferencialmente aos domingos;

COMENTÁRIOS

Como se pode observar, essa lei Dominical esteve incorporada a lei magna do Brasil durante a maior parte de sua história republicana.

Somente no período do regime militar tal situação foi relativamente aliviada.

Seguramente muitos questionarão que o texto fala em "preferencialmente" e que isso não é uma imposição.

Convém lembrar que é uma imposição sim e que muito embora possa haver exceções essas são muito complicadas e regulamentadas por leis especiais, algumas das quais consolidadas nas leis trabalhistas.

Senão Vejamos o que diz a consolidação das leis do trabalho:

seção III

Dos períodos de descanso.

Art. 67. será assegurado a todo empregado um descanso semanal de 24 horas consecutivas, o qual, salvo motivo de conveniência pública ou necessidade imperiosa do serviço deverá coincidir com o domingo, no todo ou em parte.

Parágrafo único. Nos serviços que exijam trabalho aos domingos ... será estabelecida escala de revezamento, mensalmente organizada e constando de quadro sujeito a fiscalização.

Art. 68 O trabalho em domingo, seja total ou parcial na forma do art. 67 será sempre subordinado à permissão prévia da autoridade competente em matéria de trabalho.

A legislação continua a explicitar as condições para o trabalho aos domingos na sequência, mas por ai se pode ver que não é bem uma questão de opção e sim de Leis.

CONCLUSÃO

Os guardadores do sábado que estão aguardando leis dominicais ainda não se deram conta de que elas existem a muito tempo, não só no Brasil como em muitos outros paises, e se eventualmente essas leis dominicais são transgredidas sem maiores consequencias, isso não significa que essas transgressões serão toleradas eternamente.

Quanto a tradição religiosa dos sabatistas, dizendo que haverá uma lei condenando a morte os guardadores do sábado, só se poderá admitir quando essa lei vier a público, no mais é uma questão de pura confiança em seus profetas.

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A seguir temos trechos das constituições citadas, as quais podem ser encontradas integralmente nos endereços e sites indicados.

constituição de 1934

Art 121 - A lei promoverá o amparo da produção e estabelecerá as condições do trabalho, na cidade e nos campos, tendo em vista a proteção social do trabalhador e os interesses econômicos do País.

§ 1º - A legislação do trabalho observará os seguintes preceitos, além de outros que colimem melhorar as condições do trabalhador:

a) proibição de diferença de salário para um mesmo trabalho, por motivo de idade, sexo, nacionalidade ou estado civil;

b) salário mínimo, capaz de satisfazer, conforme as condições de cada região, às necessidades normais do trabalhador;

c) trabalho diário não excedente de oito horas, reduzíveis, mas só prorrogáveis nos casos previstos em lei;

d) proibição de trabalho a menores de 14 anos; de trabalho noturno a menores de 16 e em indústrias insalubres, a menores de 18 anos e a mulheres;

e) repouso hebdomadário, de preferência aos domingos;

f) férias anuais remuneradas;

g) indenização ao trabalhador dispensado sem justa causa;

h) assistência médica e sanitária ao trabalhador e à gestante, assegurando a esta descanso antes e depois do parto, sem prejuízo do salário e do emprego, e instituição de previdência, mediante contribuição igual da União, do empregador e do empregado, a favor da velhice, da invalidez, da maternidade e nos casos de acidentes de trabalho ou de morte;

i) regulamentação do exercício de todas as profissões;

j) reconhecimento das convenções coletivas, de trabalho.

§ 2º - Para o efeito deste artigo, não há distinção entre o trabalho manual e o trabalho intelectual ou técnico, nem entre os profissionais respectivos.

§ 3º - Os serviços de amparo à maternidade e à infância, os referentes ao lar e ao trabalho feminino, assim como a fiscalização e a orientação respectivas, serão incumbidos de preferência a mulheres habilitadas.

§ 4º - O trabalho agrícola será objeto de regulamentação especial, em que se atenderá, quanto possível, ao disposto neste artigo. Procurar-se-á fixar o homem no campo, cuidar da sua educação rural, e assegurar ao trabalhador nacional a preferência na colonização e aproveitamento das terras públicas.

§ 5º - A União promoverá, em cooperação com os Estados, a organização de colônias agrícolas, para onde serão encaminhados os habitantes de zonas empobrecidas, que o desejarem, e os sem trabalho.

§ 6º - A entrada de imigrantes no território nacional sofrerá as restrições necessárias à garantia da integração étnica e capacidade física e civil do imigrante, não podendo, porém, a corrente imigratória de cada país exceder, anualmente, o limite de dois por cento sobre o número total dos respectivos nacionais fixados no Brasil durante os últimos cinqüenta anos.

§ 7º - É vedada a concentração de imigrantes em qualquer ponto do território da União, devendo a lei regular a seleção, localização e assimilação do alienígena.

§ 8º - Nos acidentes do trabalho em obras públicas da União, dos Estados e dos Municípios, a indenização será feita pela folha de pagamento, dentro de quinze dias depois da sentença, da qual não se admitirá recurso ex - offício

Constituição de 1937

http://www.presidencia.gov.br/CCIVIL/Constituicao/Constituiçao37.htm

Art 137 - A legislação do trabalho observará, além de outros, os seguintes preceitos:

a) os contratos coletivos de trabalho concluídos pelas associações, legalmente reconhecidas, de empregadores, trabalhadores, artistas e especialistas, serão aplicados a todos os empregados, trabalhadores, artistas e especialistas que elas representam;

b) os contratos coletivos de trabalho deverão estipular obrigatoriamente a sua duração, a importância e as modalidades do salário, a disciplina interior e o horário do trabalho;

c) a modalidade do salário será a mais apropriada às exigências do operário e da empresa;

d) o operário terá direito ao repouso semanal aos domingos e, nos limites das exigências técnicas da empresa, aos feriados civis e religiosos, de acordo com a tradição local;

e) depois de um ano de serviço ininterrupto em uma empresa de trabalho contínuo, o operário terá direito a uma licença anual remunerada;

f) nas empresas de trabalho continuo, a cessação das relações de trabalho, a que o trabalhador não haja dado motivo, e quando a lei não lhe garanta, a estabilidade no emprego, cria-lhe o direito a uma indenização proporcional aos anos de serviço;

g) nas empresas de trabalho continuo, a mudança de proprietário não rescinde o contrato de trabalho, conservando os empregados, para com o novo empregador, os direitos que tinham em relação ao antigo;

h) salário mínimo, capaz de satisfazer, de acordo com as condições de cada região, as necessidades normais do trabalho;

i) dia de trabalho de oito horas, que poderá sér reduzido, e somente suscetível de aumento nos casos previstos em lei;

j) o trabalho à noite, a não ser nos casos em que é efetuado periodicamente por turnos, será retribuído com remuneração superior à do diurno;

k) proibição de trabalho a menores de catorze anos; de trabalho noturno a menores de dezesseis, e, em indústrias insalubres, a menores de dezoito anos e a mulheres;

l) assistência médica e higiênica ao trabalhador e à gestante, assegurado a esta, sem prejuízo do salário, um período de repouso antes e depois do parto;

m) a instituição de seguros de velhice, de invalidez, de vida e para os casos de acidentes do trabalho;

n) as associações de trabalhadores têm o dever de prestar aos seus associados auxílio ou assistência, no referente às práticas administrativas ou judiciais relativas aos seguros de acidentes do trabalho e aos seguros sociais.

constituição de 1946

http://www.presidencia.gov.br/CCIVIL/Constituicao/Constituiçao46.htm

Art 157 - A legislação do trabalho e a da previdência social obedecerão nos seguintes preceitos, além de outros que visem a melhoria da condição dos trabalhadores:

I - salário mínimo capaz de satisfazer, conforme as condições de cada região, as necessidades normais do trabalhador e de sua família;

II - proibição de diferença de salário para um mesmo trabalho por motivo de idade, sexo, nacionalidade ou estado civil;

III - salário do trabalho noturno superior ao do diurno;

IV - participação obrigatória e direta do trabalhador nos lucros da empresa, nos termos e pela forma que a lei determinar;

V - duração diária do trabalho não excedente a oito horas, exceto nos casos e condições previstos em lei;

VI - repouso semanal remunerado, preferentemente aos domingos e, no limite das exigências técnicas das empresas, nos feriados civis e religiosos, de acordo com a tradição local;

VII - férias anuais remuneradas;

VIII - higiene e segurança do trabalho;

IX - proibição de trabalho a menores de quatorze anos; em indústrias insalubres, a mulheres e a menores, de dezoito anos; e de trabalho noturno a menores de dezoito anos, respeitadas, em qualquer caso, as condições estabelecidas em lei e as exceções admitidas pelo Juiz competente;

X - direito da gestante a descanso antes e depois do parto, sem prejuízo do emprego nem do salário;

XI - fixação das percentagens de empregados brasileiros nos serviços públicos dados em concessão e nos estabelecimentos de determinados ramos do comércio e da indústria;

XII - estabilidade, na empresa ou na exploração rural, e indenização ao trabalhador despedido, nos casos e nas condições que a lei estatuir;

XIII - reconhecimento das convenções coletivas de trabalho;

XIV - assistência sanitária, inclusive hospitalar e médica preventiva, ao trabalhador e à gestante;

XV - assistência aos desempregados;

XVI - previdência, mediante contribuição da União, do empregador e do empregado, em favor da maternidade e contra as conseqüências da doença, da velhice, da invalidez e da morte;

XVII - obrigatoriedade da instituição do seguro pelo empregador contra os acidentes do trabalho.

Parágrafo único - Não se admitirá distinção entre o trabalho manual ou técnico e o trabalho intelectual, nem entre os profissionais respectivos, no que concerne a direitos, garantias e benefícios.

constituição de 1967

http://www.presidencia.gov.br/CCIVIL/Constituicao/Constituiçao67.htm

Art 157 - A ordem econômica tem por fim realizar a justiça social, com base nos seguintes princípios:

I - liberdade de iniciativa;

II - valorização do trabalho como condição da dignidade humana;

III - função social da propriedade;

IV - harmonia e solidariedade entre os fatores de produção;

V - desenvolvimento econômico;

VI - repressão ao abuso do poder econômico, caracterizado pelo domínio dos mercados, a eliminação da concorrência e o aumento arbitrário dos lucros.

§ 1º - Para os fins previstos neste artigo, a União poderá promover a desapropriação da propriedade territorial rural, mediante pagamento de prévia e justa indenização em títulos especiais da divida pública, com cláusula de exata correção monetária, resgatáveis no prazo máximo de vinte anos, em parcelas anuais sucessivas, assegurada a sua aceitação, a qualquer tempo, como meio de pagamento de até cinqüenta por cento do imposto territorial rural e como pagamento do preço de terras públicas.

§ 2º - A lei disporá sobre o volume anual ou periódico das emissões, sobre as características dos títulos, a taxa dos juros, o prazo e as condições de resgate.

§ 3º - A desapropriação de que trata o § 1º é da competência exclusiva da União e limitar-se-á às áreas incluídas nas zonas prioritárias, fixadas em decreto do Poder Executivo, só recaindo sobre propriedades rurais cuja forma de exploração contrarie o disposto neste artigo, conforme for definido em lei.

§ 4º - A indenização em títulos somente se fará quando se tratar de latifúndio, como tal conceituado em lei, excetuadas as benfeitorias necessárias e úteis, que serão sempre pagas em dinheiro.

§ 5º - Os planos que envolvem desapropriação para fins de reforma agrária serão aprovados por decreto do Poder Executivo, e sua execução será da competência de órgãos colegiados, constituídos por brasileiros, de notável saber e Idoneidade, nomeados pelo Presidente da República, depois de aprovada a escolha pelo Senado Federal.

§ 6º - Nos casos de desapropriação, na forma do § 1º do presente artigo, os proprietários ficarão isentos dos impostos federais, estaduais e municipais que incidam sobre a transferência da propriedade desapropriada.

§ 7º - Não será permitida greve nos serviços públicos e atividades essenciais, definidas em lei.

§ 8º - São facultados a intervenção no domínio econômico e o monopólio de determinada indústria ou atividade, mediante lei da União, quando indispensável por motivos de segurança nacional, ou para organizar setor que não possa ser desenvolvido com eficiência no regime de competição e de liberdade de iniciativa, assegurados os direitos e garantias individuais.

§ 9º - Para atender à intervenção no domínio econômico, de que trata o parágrafo anterior, poderá a União instituir contribuições destinadas ao custeio dos respectivos serviços e encargos, na forma que a lei estabelecer.

§ 10 - A União, mediante lei complementar, poderá estabelecer regiões metropolitanas, constituídas por Municípios que, independentemente de sua vinculação administrativa, integrem a mesma comunidade sócio-econômica, visando à realização de serviços de interesse comum.

§ 11 - A produção de bens supérfluos será limitada por empresa, proibida a participação de pessoa física em mais de uma empresa ou de uma em outra, nos termos da lei.

Art 158 - A Constituição assegura aos trabalhadores os seguintes direitos, além de outros que, nos termos da lei, visem à melhoria, de sua condição social:

I - salário mínimo capaz de satisfazer, conforme as condições de cada região, as necessidades normais do trabalhador e de sua família;

II - salário-família aos dependentes do trabalhador;

III - proibição de diferença de salários e de critérios de admissões por motivo de sexo, cor e estado civil;

IV - salário de trabalho noturno superior ao diurno;

V - integração do trabalhador na vida e no desenvolvimento da empresa, com participação nos lucros e, excepcionalmente, na gestão, nos casos e condições que forem estabelecidos;

VI - duração diária do trabalho não excedente de oito horas, com intervalo para descanso, salvo casos especialmente previstos;

VI - repouso semanal remunerado, preferentemente aos domingos e, no limite das exigências técnicas das empresas, nos feriados civis e religiosos, de acordo com a tradição local;

VIII - férias anuais remuneradas;

IX - higiene e segurança do trabalho;

X - proibição de trabalho a menores de doze anos e de trabalho noturno a menores de dezoito anos, em indústrias insalubres a estes e às mulheres;

XI - descanso remunerado da gestante, antes e depois do parto, sem prejuízo do emprego e do salário;

XII - fixação das percentagens de empregados brasileiros nos serviços públicos dados em concessão e nos estabelecimentos de determinados ramos comerciais e Industriais;

XIII - estabilidade, com indenização ao trabalhador despedido, ou fundo de garantia equivalente;

XIV - reconhecimento das convenções coletivas de trabalho;

XV - assistência sanitária, hospitalar e médica preventiva;

XVI - previdência social, mediante contribuição da União, do empregador e do empregado, para seguro-desemprego, proteção da maternidade e, nos casos de doença, velhice, invalidez e morte;

XVII - seguro obrigatório pelo empregador contra acidentes do trabalho;

XVIII - proibição de distinção entre trabalho manual, técnico ou intelectual, ou entre os profissionais respectivos;

XIX - colônias de férias e clínicas de repouso, recuperação e convalescença, mantidas pela União, conforme dispuser a lei;

XX - aposentadoria para a mulher, aos trinta anos de trabalho, com salário integral;

XXI - greve, salvo o disposto no art. 157, § 7º.

§ 1º - Nenhuma prestação de serviço de caráter assistencial ou de benefício compreendido na previdência social será criada, majorada ou estendida, sem a correspondente fonte de custeio total.

§ 2º - A parte da União no custeio dos encargos a que se refere o nº XVI deste artigo será atendida mediante dotação orçamentária, ou com o produto de contribuições de previdência arrecadadas, com caráter geral, na f


IV - participação obrigatória e direta do trabalhador nos lucros da empresa, nos termos e pela forma que a lei determinar;

V - duração diária do trabalho não excedente a oito horas, exceto nos casos e condições previstos em lei;

VI - repouso semanal remunerado, preferentemente aos domingos e, no limite das exigências técnicas das empresas, nos feriados civis e religiosos, de acordo com a tradição local;

VII - férias anuais remuneradas;

VIII - higiene e segurança do trabalho;

IX - proibição de trabalho a menores de quatorze anos; em indústrias insalubres, a mulheres e a menores, de dezoito anos; e de trabalho noturno a menores de dezoito anos, respeitadas, em qualquer caso, as condições estabelecidas em lei e as exceções admitidas pelo Juiz competente;

X - direito da gestante a descanso antes e depois do parto, sem prejuízo do emprego nem do salário;

XI - fixação das percentagens de empregados brasileiros nos serviços públicos dados em concessão e nos estabelecimentos de determinados ramos do comércio e da indústria;

XII - estabilidade, na empresa ou na exploração rural, e indenização ao trabalhador despedido, nos casos e nas condições que a lei estatuir;

XIII - reconhecimento das convenções coletivas de trabalho;

XIV - assistência sanitária, inclusive hospitalar e médica preventiva, ao trabalhador e à gestante;

XV - assistência aos desempregados;

XVI - previdência, mediante contribuição da União, do empregador e do empregado, em favor da maternidade e contra as conseqüências da doença, da velhice, da invalidez e da morte;

XVII - obrigatoriedade da instituição do seguro pelo empregador contra os acidentes do trabalho.

Parágrafo único - Não se admitirá distinção entre o trabalho manual ou técnico e o trabalho intelectual, nem entre os profissionais respectivos, no que concerne a direitos, garantias e benefícios.

CONSTITUIÇÃO ATUAL

http://www.presidencia.gov.br/CCIVIL/Constituicao/Constituiçao.htm

Art. 7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:

I - relação de emprego protegida contra despedida arbitrária ou sem justa causa, nos termos de lei complementar, que preverá indenização compensatória, dentre outros direitos;

II - seguro-desemprego, em caso de desemprego involuntário;

III - fundo de garantia do tempo de serviço;

IV - salário mínimo , fixado em lei, nacionalmente unificado, capaz de atender a suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo, sendo vedada sua vinculação para qualquer fim;

V - piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho;

VI - irredutibilidade do salário, salvo o disposto em convenção ou acordo coletivo;

VII - garantia de salário, nunca inferior ao mínimo, para os que percebem remuneração variável;

VIII - décimo terceiro salário com base na remuneração integral ou no valor da aposentadoria;

IX – remuneração do trabalho noturno superior à do diurno;

X - proteção do salário na forma da lei, constituindo crime sua retenção dolosa;

XI – participação nos lucros, ou resultados, desvinculada da remuneração, e, excepcionalmente, participação na gestão da empresa, conforme definido em lei;

(*) XII - salário-família para os seus dependentes;

(*) Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 15/12/98:
"XII - salário-família pago em razão do dependente do trabalhador de baixa renda nos termos da lei;"

XIII - duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e quarenta e quatro semanais, facultada a compensação de horários e a redução da jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho;

XIV - jornada de seis horas para o trabalho realizado em turnos ininterruptos de revezamento, salvo negociação coletiva;

XV - repouso semanal remunerado, preferencialmente aos domingos;

XVI - remuneração do serviço extraordinário superior, no mínimo, em cinqüenta por cento à do normal;

XVII - gozo de férias anuais remuneradas com, pelo menos, um terço a mais do que o salário normal;

XVIII - licença à gestante, sem prejuízo do emprego e do salário, com a duração de cento e vinte dias;

XIX - licença-paternidade, nos termos fixados em lei;

XX - proteção do mercado de trabalho da mulher, mediante incentivos específicos, nos termos da lei;

XXI - aviso prévio proporcional ao tempo de serviço, sendo no mínimo de trinta dias, nos termos da lei;

XXII - redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e segurança;

XXIII - adicional de remuneração para as atividades penosas, insalubres ou perigosas, na forma da lei;

XXIV - aposentadoria;

XXV - assistência gratuita aos filhos e dependentes desde o nascimento até seis anos de idade em creches e pré-escolas;

XXVI - reconhecimento das convenções e acordos coletivos de trabalho;

XXVII - proteção em face da automação, na forma da lei;

XXVIII - seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa;

(*) XXIX - ação, quanto a créditos resultantes das relações de trabalho, com prazo prescricional de:

(*) Redação dada pela Emenda Constitucional nº 28, de 25/05/2000:
"XXIX - ação, quanto aos créditos resultantes das relações de trabalho, com prazo prescricional de cinco anos para os trabalhadores urbanos e rurais, até o limite de dois anos após a extinção do contrato de trabalho;"

a) cinco anos para o trabalhador urbano, até o limite de dois anos após a extinção do contrato; Revogado pela Emenda Constitucional nº 28, de 25/05/2000

b) até dois anos após a extinção do contrato, para o trabalhador rural; Revogado pela Emenda Constitucional nº 28, de 25/05/2000

XXX - proibição de diferença de salários, de exercício de funções e de critério de admissão por motivo de sexo, idade, cor ou estado civil;

XXXI - proibição de qualquer discriminação no tocante a salário e critérios de admissão do trabalhador portador de deficiência;

XXXII - proibição de distinção entre trabalho manual, técnico e intelectual ou entre os profissionais respectivos;

(*) XXXIII - proibição de trabalho noturno, perigoso ou insalubre aos menores de dezoito e de qualquer trabalho a menores de quatorze anos, salvo na condição de aprendiz;

(*) Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 15/12/98:
"XXXIII - proibição de trabalho noturno, perigoso ou insalubre a menores de dezoito e de qualquer trabalho a menores de dezesseis anos, salvo na condição de aprendiz, a partir de quatorze anos;"

XXXIV - igualdade de direitos entre o trabalhador com vínculo empregatício permanente e o trabalhador avulso.

Parágrafo único. São assegurados à categoria dos trabalhadores domésticos os direitos previstos nos incisos IV, VI, VIII, XV, XVII, XVIII, XIX, XXI e XXIV, bem como a sua integração à previdência social.

Art. 8º É livre a associação profissional ou sindical, observado o seguinte:

I - a lei não poderá exigir autorização do Estado para a fundação de sindicato, ressalvado o registro no órgão competente, vedadas ao Poder Público a interferência e a intervenção na organização sindical;

II - é vedada a criação de mais de uma organização sindical, em qualquer grau, representativa de categoria profissional ou econômica, na mesma base territorial, que será definida pelos trabalhadores ou empregadores interessados, não podendo ser inferior à área de um Município;

III - ao sindicato cabe a defesa dos direitos e interesses coletivos ou individuais da categoria, inclusive em questões judiciais ou administrativas;

IV - a assembléia geral fixará a contribuição que, em se tratando de categoria profissional, será descontada em folha, para custeio do sistema confederativo da representação sindical respectiva, independentemente da contribuição prevista em lei;

V - ninguém será obrigado a filiar-se ou a manter-se filiado a sindicato;

VI - é obrigatória a participação dos sindicatos nas negociações coletivas de trabalho;

VII - o aposentado filiado tem direito a votar e ser votado nas organizações sindicais;

VIII - é vedada a dispensa do empregado sindicalizado a partir do registro da candidatura a cargo de direção ou representação sindical e, se eleito, ainda que suplente, até um ano após o final do mandato, salvo se cometer falta grave nos termos da lei.

Parágrafo único. As disposições deste artigo aplicam-se à organização de sindicatos rurais e de colônias de pescadores, atendidas as condições que a lei estabelecer.

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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

ELEN G. WHITE E O VEGETARIANISMO

O vegetarianismo na IASD e nas denominações e grupos derivados dela.
Traduzido e condensado por
Eloy Arraes Vargas
Comentários do tradutor
As informações que se seguem estão confirmadas, a documentação referida foi conferida para ver se estavam de acordo com as publicações, a maioria delas está em inglês e pode ser conferida no CD dos livros de EGW em inglês; poucos desses textos foram traduzidos para o português.
O tradutor também defende o vegetarianismo, mas entende que as pessoas devem chegar ao vegetarianismo por convicção, seja essa convicção religiosa ou não, o que não deve ocorrer é que uma pessoa se torne vegetariana porque o seu guru de plantão assim disse, pois quando descobrir que o seu guru de plantão dizia uma coisa e fazia outra, essa pessoa ficará desiludida e poderá até abandonar o regime vegetariano o qual, bem equilibrado, tem enormes méritos para a saúde humana.
Os documentos que se seguem mostrarão de forma incontestável que muito embora EGW estivesse pregando o vegetarianismo desde 1863, ela e sua família não eram vegetarianos até 1894, e depois disso nem todos, da família, se tornaram vegetarianos
Os documentos também mostram o esforço de pastores adventistas em esconder o fato de que EGW não era vegetariana, pois ela mesma não escondia esse fato e em varias ocasiões comia carne em público e junto com seus auxiliares.
Vamos a pesquisa
No cardápio de Ellen G. White havia carne, ostras, peru, arenques, pato, galinha e carne de veado.
A seguir mostraremos , informando o ano, evidencias das relações de EGW com o vegetarianismo e com a “mensagem de saúde”, evitaremos comentários mais fortes deixando para o leitor a avaliação dos fatos aqui mostrados.
1863

Em 1863 Ellen teria tido a visão da reforma de saúde.

Mas desde que o Senhor me apresentou, em junho de 1863 a questão do comer carne e a saúde deixei o uso desse alimento. Durante algum tempo, foi bastante difícil gostar de pão, que antes pouco me apetecia. Perseverando, todavia, cheguei a consegui-lo. Tenho vivido cerca de um ano sem carne. Por quase seis meses a maior parte do pão em nossa mesa tem sido sem fermento, feito de farinha integral e água, com bem pouco sal. Usamos frutas e verduras com liberalidade. Tenho vivido por oito meses com duas refeições.—Conselhos sobre o regime alimentar, p. 482.

Nota: Ellen diz que o propósito desta visão em 1863 era mostrar as relações entre a alimentação carnea e a saúde. Nesta visão ela não mostra qual era o problema da carne, ela simplesmente mostra que não estava usando carne em sua alimentação.

1865

Em 1865 a reforma da saúde passa a fazer parte da “tríplice mensagem angélica” pela primeira vez. !

Me foi mostrado que a reforma de saúde, é parte da mensagem do terceiro anjo, e está com ela tão intimamente relacionada como o estão o braço e a mão em relação ao corpo humano. Vi que nós, como um povo, precisamos progredir nesta grande obra. Pastores e povo devem agir em harmonia. Testimonies, vol. 1, pág. 486.

Leia Apocalipse 14:9 e Apocalipse 22:18 e reflita sobre o acréscimo da Reforma de Saúde a mensagem do terceiro Anjo.

1868
Em 1868 Ellen disse que as orações de uma família que comia carne não subiam aos céus !
"You place on your table butter, eggs, and meat, and your children partake of them. They are fed with the very things that will excite their animal passions, and then you come to meeting and ask God to bless and save your children. How high do your prayers go?" —2T, p. 362.
Tradução:
Colocais sobre vossa mesa manteiga, ovos e carne, e vossos filhos disso participam. Alimentam-se dos próprios artigos que lhes despertam as paixões animais, e então ides à reunião e pedis a Deus que abençoe e salve vossos filhos. Que altura, alcançarão, vossas orações? 2T, p. 362 – Conselhos sobre o Regime Alimentar pág. 366
Através da Bíblia, o povo de Deus alimentou-se com manteiga, ovos e carne no velho testamento. Deus não ouvia as suas orações? Evidentemente ele ouvia. Há alguma referencia no novo testamento de que Jesus e seu povo tiveram suas paixões animais excitadas quando eles comiam carne, ovos e manteiga ?
Onde é que encontramos, na Bíblia, que o uso desses alimentos impedem as nossas orações de serem ouvidas por Deus?
Ao condenar os outros Ellen estava condenando a si mesmo. Suas paixões animais deveriam estar realmente muito excitadas, pois, ela comia peixes, galinha, patos e ostras. As orações de Ellen não deveriam estar chegando aos Céus em razão daquilo que ela comia!
1870
1870 comer peru ou outros alimentos provocam uma perversão do seu apetite.
"Those who digress occasionally to gratify the taste in eating a fattened turkey or other flesh meats, pervert their appetites, and are not the ones to judge the benefits of the system of health reform. They are controlled by taste, not by principle." — Counsels on Diet and Foods, p. 399.
Tradução:
“Os que se afastam ocasionalmente para condescender com o gosto comendo um peru gordo ou outros alimentos carneos, pervertem o apetite, e não são os que podem avaliar os benefícios do sistema da reforma de saúde. São controlados pelo gosto, não pelos princípios.” Testimonies, vol. 2, págs. 486 e 487.
Quando você pedir para Deus que abençoe seu peru de Ação de graças, também lhe peça que lhe impeça de ter um apetite pervertido. Você adventista que come carne, acredita que você terá seu apetite pervertido comendo peru?
Deus nos fala que nós podemos comer qualquer carne vendida no mercado. Logo, Jesus e todas as pessoas da Bíblia tinham apetite pervertido porque Deus não os proibia de comer carne?
(1 Cor 10:25) "Comei de tudo o que se vende no mercado, sem nada perguntardes por motivo de consciência”
1870
1870 EGW diz que não comia carne.
"Nem manteiga ou alimentos carneos de qualquer espécie vem para a minha mesa. . Bolos raramente são achados lá." 2 T, — p. 487
ainda em 1870
1870 Ellen disse que as pessoas que comem carne ou manteiga são apostatadas.
"One family in particular have needed all the benefits they could receive from the reform in diet, yet these very ones have been completely backslidden. Meat and butter have been used by them quite freely and spices have not been entirely discarded." —2T, p 485.
Tradução:-
Uma família em particular precisa de todos os benefícios que eles poderão receber da reforma de saúde, contudo apostatou completamente.. Carne e manteiga foram livremente usadas por eles e temperos não estiveram completamente descartados
Ellen chamou os que comiam carne de apostatados, mas como veremos a seguir ela mesmo comia carne de vários tipos.
1871
1871:- Em 1871 Ellen e Tiago comiam carne de Veado (caça) diariamente.
When we were down in Texas, and old Brother White was breaking down, (Sister White) just got the most beautiful venison every day to eat, and my wife would cook it! A. G. Daniells,— Spectrum 1919 Bible Conference p. 41.
Tradução:-
Quando nós estávamos no Texas... (A Irmã White) diariamente só comprou a melhor carne de veado para comer; minha esposa cozinhava
Na manhã do natal nós tomávamos o desjejum juntos; James Cornell; Florence e Clara, suas duas crianças; O irmão e a Irmã Moore e suas três crianças;A Irmã Bahler e Etta, uma garota que vivia com ela; e a irmã Daniells, nossa cozinheira, O Pai e eu. tínhamos um quarto de veado cozido, e recheado. Ele era macio como uma galinha. Nós todos nos agradamos muito. Há bastante carne de veado no mercado. (Escrito em 26 de dezembro de 1878 de Denison, Texas, para a “Querida família que está em Battle Creek”--Willie, Mary, Aunt Mary, Edith, Addie and May, e para o Irmão e irmã Sawyer.") —Manuscript Releases Volume Fourteen,
p. 318.
Letter 23, 1878.
Ellen e Tiago seguramente estavam satisfeitos com a reforma de saúde enquanto comiam carne de veado!
1871
1871:- No mesmo ano ela escreveu:- “Deus santifica os reformadores da Saúde.” (Vegetarianos)
Exorta o apóstolo Paulo à igreja: "Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis o vosso corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional."Rom. 12:1. As condescendências pecaminosas profanam o corpo e incapacitam os homens para o culto espiritual. O que se apega à luz que Deus lhe deu sobre a reforma de saúde, tem um importante auxílio na obra de santificar-se pela verdade e estar habilitado para a imortalidade. Mas, se eles menosprezam essa luz, e vivem em violação da lei natural, devem sofrer a penalidade; Conselhos sobre saúde pág. 22 - Counsels on Diet and Foods, p. 70.
Se Paulo estivesse vivendo hoje ele seria condenado por EGW por estar vivendo em violação das leis naturais e ter um apetite pervertido e não estar de acordo com a verdade pois Paulo não era vegetariano :- Será que Deus nunca santificou Paulo!
1873
1873 - Os White Tinham pato selvagem e Cervo para o Jantar. Como explicar isso para a Igreja?
Brother Glover left the camp today to go for supplies. We are getting short of provisions. We got him the best we could for his meals on the way. He was to send Mr. Walling immediately and to get our mail. A young man from Nova Scotia had come in from hunting. He had a quarter of deer. He had traveled 20 miles with this deer upon his back. The remainder of the deer he had left hung up in the woods. He saw six elk but did not try to shoot them as he knew he could not carry them out. He gave us a small piece of the meat, which we made into broth. Willie shot a duck which came in a time of need, for our supplies were rapidly diminishing. —Manuscript 11, 1873. Ellen G. White Estate Washington, D.C. April 11, 1985 (Written in the Colorado mountains, diary entry for September 28, 1873.)
Tradução:-
O irmão Glover deixou o acampamento hoje para buscar suprimentos. Nós estamos tomando algumas providencias. Estamos adquirindo o melhor possível para alimentação.. Ele está enviando o Sr. Walling para buscar a nossa correspondência. Um homem jovem de Nova a Escócia tinha ido caçar. Ele tinha um quarto de cervo. Ele tinha viajado 20 milhas com este cervo nas costas. O resto do cervo que ele tinha deixado na parte alta dos bosque. Ele viu seis alces mas não tentou caça-los pois ele não teria condições de carrega-los. Ele nos deu um pedaço pequeno da carne que nós fizemos em caldo. Willie caçou um pato, o que veio bem a tempo para as nossas necessidades pois nossas reservas estavam diminuindo rapidamente - Manuscrito 11, 1873. Ellen G. White Propriedade Washington, D.C. 11 de abril de 1985 (Escrito nas montanhas de Colorado, em 28 de setembro de 1873.)
1874
1874 Ellen e James alimentaram-se com carne.
Carta para Willie White, escrita em 15 de fevereiro de 1874: - “Eu e seu pai eliminamos leite, manteiga, creme, açúcar e carne desde que viemos para a Califórnia. Nós estamos com a mente mais clara e fisicamente melhor. Nós estamos vivendo melhor. Nós não podemos escrever a menos que vivamos em simplicidade. Seu pai comprou carne em maio quando ele esteve doente, mas não gastamos mais um centavo em carne depois disso. " —Manuscript Release #1128; Letter 12, 1874; Manuscript Release, Volume 14, p. 322.
1879
1879 EGW Tinha caldo de carne no desjejum.
Eu permaneci na coberta até o escurecer, então entrei na cabine onde os balanços do barco me fizeram muito mal. Estávamos na segunda feira e eu não pude subir e sentar-me na cobertura até a quinta feira pela manhã, Tomando mais uma vez durante aquele tempo um pouco de caldo de carne de boi e bolachas. Nós tivemos um vento contrário muito durante toda a viagem para São Francisco, e ficamos muito alegres quando quinta-feira pela manhã, nós passamos a barra, e entramos no calmo rio deixando as ondulações para trás.. - The Signs of the Times 18 de julho de 1878. T 4, p.289.
1880
1880 EGW tinha caldo de galinha no desjejum.
Ellen (Carta 6a, 1880) para a irmã Elizabeth, Manuscript Release Volume Onze, página 142, parágrafo 3. Título do Capítulo: Descrições geográficas e viajem no Oeste dos EUA.
Na quinta-feira pela manhã que nós acordamos reconfortados pelo sono. A oito horas tomamos um pouco de galinha prensada que nos foi fornecida pela responsável do sanatório que foi colocado no fogo com água e assim tivemos um caldo de galinha quente e assim desfrutamos nosso desjejum. A manhã estava muito fria e esse prato quente estava muito saboroso. Ellen's (Letter 6a, 1880) to Her Sister Elizabeth Volume Eleven, page 142, paragraph 3. Chapter Title: Geographical descriptions and travel in the Western U. S.
1880
1880 Ellen G. White condena pessoas que comiam ostras:
"...OYSTERS or other refreshments are called for, and he is ashamed to draw away and refuse the treat..."— 4T p. 435.
“Ostras ou outros alimentos foram pedidos, e ele estava sem vontade de recusar ...”
Dois anos mais tarde em 1882 Ellen mandou comprar ostras em sua lista de compras de alimentos.
1882
1882 Menu de Ellen – Ostras e Arenques secos.
Manuscript Release No. 852: The Development of Adventist Thinking on, page 2, paragraph 3"Mary, se você puder compre-me uma boa caixa de arenques, mas que sejam frescos. Os últimos que o Willie comprou estavam amargos e velhos. Se você puder compre Se você puder compre meia dúzia de latas de bons tomates. Nós vamos precisar deles. Se você puder compre algumas latas de boas ostras. " —Letter 16, 1882.
1888
1888 Eu não prego uma coisa e pratico outra!
“Eu não prego uma coisa e pratico outra. Eu não apresento regras de vida para meus ouvintes enquanto eu não as sigo.“ —Selected Messages Book 2, p. 302. Letter 12, 1888.
Ela fez isso sim, quando ela comia carne, ostras e condenava as pessoas que comiam essas coisas.
1890
1890 Aqueles que estão aguardando a vinda do Senhor são vegetarianos!
"Aqueles que estão aguardando a volta do Senhor, deixarão de comer carne a carne deixará de fazer parte da dieta deles. " —Counsels on Diet and Foods, p. 380.

1891: EGW ainda comia ostras, bife mal passado e camarão!

A seguir temos uma carta de Fannie Bolton, que era secretária de EGW para a irmã . E. C. Slawson a respeito de um incidente ocorrido em 1891, quando Fannie e Ellen viajaram para a Austrália.
"...I have been as they say 'through the mill.' I became an Adventist in Chicago under the labors of G. B. Starr, and was very zealous for what is called 'Present Truth.' I truly believed it was the truth, the whole truth, and nothing but the truth, and lived up to the testimonies with all faithful ness discarding meat, butter, fish, fowl and the supper meal, believing that as the 'Testimonies' say, 'No meat-eater will be translated.' I had been faithfully instructed by Eld. Starr that the testimonies came, as they were, written from God...I had been taught that oysters were abominable in God's sight... I had several good openings for original writings at the time which would have been more to my taste; but waived everything to go with the 'prophet.'...I left to go with Sr. White on the very day when my brother was to be married. At the depot Sr. White was not with her party, so Eld. Starr hunted around till he found her behind a screen in the restaurant very gratified in eating big white raw oysters with vinegar, pepper and salt.

Tradução:-

“ Eu me tornei uma adventista em Chicago pela pregação de G. B. Starr, e era muito zelosa para com o que é chamado 'Verdade Presente.' Eu verdadeiramente acreditava que era a verdade, a verdade inteira, e nada mais que a verdade, e cumpri os testemunhos com toda a fidelidade eliminando carne, manteiga, peixe, aves e a refeição noturna, e acreditava, que como o 'Testemunhos dizem, 'Nenhum comedor de carne será trasladado.' Eu tinha sido instruída fielmente por Pastor Starr que ostestemunhos vieram de Deus e foram escritos por Deus... eu ensinava que ostras eram abomináveis na visão de Deus... eu tive várias oportunidades junto aos escritos originais e poderia ajusta-los a meu gosto; mas renunciei a tudo para ir com 'a profeta.'... eu parti para ir com a Sra. White no mesmo dia quando meu irmão ia se casar. A Sra. White não estava com o seu grupo no salão, o Pastor Starr procurou-a nos arredores até que ele a encontrou num restaurante, atrás de um biombo de tela, muito satisfeita comendo ostras brancas cruas com vinagre, pimenta e sal

continuação da carta:-

I was overwhelmed by this inconsistency and dumb with horror. Eld. Starr hurried me out and made all sort of excuses and justifications of Sr. White's action; yet I kept thinking in my heart, 'What does this mean? What has God said? How does she dare eat these abominations?' On the cars out to California, W. C. White came into the train with a great thick piece of bloody beefsteak spread out on a brown paper and he bore it through the tourist car on hi own two hands. Sarah McEnterfer who is now with Sr. White as her attendant, cooked it on a small oil stove and everyone ate of it except myself and Marian Davis who I found out afterwards was more the author of the books purported to be Sr. White's than she was her­self. I was with Mrs. White for seven and a half years like a soul on a rock, because of all kinds of inconsistencies, injustices, and chicaneries. I have seen Sr. White eat meat chicken, fish, fowl, shrimps, rich cake, pies, etc. etc. I cannot go into detail but Sr. Daniells told me she herself had cooked meat for Sr. White on the campground. Eld. Horn told me his wife had done the same thing. Sr. Rousseau told me that she too had done so. Dear Sister, Sr. White has written that when we do not live up to the testimonies we re tract them. She has vitiated (made lifeless) her own claims..." —Letter from Fannie Bolton to Mrs. E. C. Slawson, Dec. 30, 1914, as quoted in The Fannie Bolton story, pp. 107,109.

Tradução:-

Eu fiquei abatida por esta inconsistência e abobalhada com horror. O Pastor. Starr rapidamente me mandou para fora e deu todo o tipo de desculpas e justificações; então eu fiquei pensando comigo mesma, 'Fazer isso é muito ruim “? O que disse Deus? Como ela ousa comer estas abominações? ' No vagão do trem que ia para a Califórnia, W. C. White entrou com um grande e grosso pedaço de bife sangrento envolto por fora em um papel marrom, e ele levou-o através do carro turístico segurando-o com as duas mãos. Sarah McEnterfer, que está agora com Sra. White como criada dela, cozinhou a carne em um fogão pequeno e todo o mundo comeu;menos eu e Marian Davis... Eu estive com Sra. White durante sete anos e meio como uma alma em uma Rocha, por causa de todos os tipos de inconsistências, injustiças, e chicanas. Eu vi a Sr. White comer carne de galinha, peixe, ave, camarões, bolo rico, tortas, etc. etc.
Eu não sei entrar em detalhes, mas a irmã Daniells me contou que ela mesma cozinhava carne para a irmã White no acampamento. O pastor Horn contou-me que sua esposa fez a mesma coisa. A Sra. Rousseau contou-me que ela também fez o mesmo. Caras irmãs, a irmã White escreveu que quando nós não vivemos de acordo com os testemunhos nos os rejeitamos. Ela estava viciando (tornando sem vida) suas próprias recomendações. – Carta de Fannie Bolton para a Senhora E.C.Slawson, 30 de dezembro de 1914, conforme esta relatado em “THE FANNIE BOLTON STORY, pp. 107,109.
UM PASTOR TENTA ESCONDER A VERDADE MAS NÃO CONSEGUE.
G. B. Starr desmente que EGW comia ostras. (tradução logo abaixo)
" Regarding the letter, or statement supposed to have been made by Miss Fannie Bolton…I can only say that I regard it as the most absurdly, untruthful lot of rubbish that I have ever seen or read regarding our dear Sister white. The event simply never occurred. I never saw your mother eat oysters or meat of any kind either in a restaurant or at her own table. Fannie Bolton's statement that 'Elder Starr hunted around till he found her behind a screen in the restaurant of the station where she was apparently very gratified in eating big white raw oysters with vinegar, pepper and salt,' is a lie of the first order. I never had such an experience and it is too absurd for anyone who ever knew your mother to believe. Of course you will know how true the story of the 'bloody beefsteak' spread on a brown paper, and carried into the tourist car and cooked by Miss McEnterfer, is. I do not believe that either. I think this entire letter was written by Fannie in one of her most insane moments…"
Com relação a carta, ou declaração supostamente feita pela senhora Fannie Bolton ...eu só posso dizer que é o lixo mais mentiroso que eu já ouvi ou li a respeito de nossa querida irmã White. O evento simplesmente não ocorreu, eu nunca vi a sua mãe comendo ostras ou carne ou outra coisa em um restaurante ou a sua mesa. Fannie Bolton declara que o pastor Starr procurou-a ao redor e a encontrou atrás de um biombo num restaurante da estação onde ela estava aparentemente comendo grandes ostras brancas com vinagre, pimenta e sal, é uma mentira de primeira ordem . Eu nunca tive tal experiência e é absurdo para qualquer um, que sempre conheceu a sua mãe, possa acreditar. Naturalmente você deve conhecer a verdade da história do “bife sangrento”, envolto em papel pardo , e trazido para o vagão da classe turista e cozido pela Sra. McEnterfer, Eu não acredito nisso também. Eu creio que essa carta foi escrita por Fannie Bolton em dos seus mais insanos momentos. — Letter from G. B. Starr to W. C. White, August 20, 1933, as quoted in the Fannie Bolton Story, p. 1.
Respondendo ao pastor G. B. Starr's , Willie White admitiu que sua mãe comia bife mas pede para que ele não comente que ela comia ostras. (texto em Inglês com a tradução logo abaixo)
"I am glad for what you have said about the strange story told by Fannie Bolton in which she claimed that she saw Mrs. White eating oysters… Regarding the beefsteak story, I will tell you in a few words the facts… Sister White's appetite failed…I went out and purchased two or thee pounds of beefsteak and this was cooked by Sister McEnterfer on a alcohol stove, and most of the members that composed Sister White's party partook of it. For years the White family had been vegetarians, but not teetotalers.
Eu estou alegre com o que você disse a respeito da estranha história contada por Fannie Bolton na qual ela diz que viu a Sra. White comendo ostras...Com respeito a história do bife, eu vou lhe contar em poucas palavras os fatos.... A Sra. White Falhou com seu apetite... Eu sai e comprei 2 ou 3 pounds (+-1,3 kg.) de bife que foram cozidos pela irmã McEnterfer num fogão a álcool, e a maioria do grupo que estava com a Sra. White participou desse alimento. Durante anos a família White tem sido vegetariana, mas não totalmente
When I bought the beefsteak… this was eight or none years before Sister White decided at the time of the Melbourne campmeeting to be a teetotaler in regards to the eating of flesh foods. When I see you, I will tell you more about the instances in which the White family partook of flesh meats on long journeys and on camp-meeting expeditions…I regard the story about Sister White eating oysters in a railway restaurant as an unwarranted fabrication…—" Letter From W. C. White to G. B. Starr, Aug. 24, 1933, as quoted in the Fannie Bolton Story', p. 119.
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Quando eu comprei essa carne ... Foi oito ou nove anos antes da Sra. White ter decidido de uma vez por todas no acampamento de Melbourne a se tornar completamente vegetariana deixando de comer alimentos cárneos. Quando nos vermos pessoalmente, eu vou lhe contar a respeito de como a família White alimentava-se de alimentos carneos ao longo de suas viagens ou em acampamentos... considere a história a respeito da Sra. White comer ostras num restaurante como fato não comprovado. Carta de W. C. White para G. B. Starr, Aug. 24, 1933, conforme aparece no livro Fannie Bolton Story', p. 119.
Starr mentiu com referencia ao fato de EGW comer bifes de carne, logo a afirmação dele a respeito das ostras não tem nenhuma confiabilidade. EGW nunca desmentiu a história de Fannie Bolton's e nem a Sra. Sara McEnterfer.
1894 Ellen demorou de 1863 ate 1894 para tornar-se vegetariana.
"Since the campmeeting at Brighton I have absolutely banished meat from my table. It is an understood thing that whether I am at home or abroad, nothing of this kind is to be used by my family, or come upon my table. I have had some representations before my mind in the night season on this subject that I feel that I have done right in banishing meat from my table. I would desire that the sentence should be modified by changing the "not" -- "Yet I would not take the position that meat be wholly discarded by everyone."-- for instance, by those dying of consumption." —1894: Spalding and Magan Collection, p. 81, paragraph 1.
Desde o acampamento de Brigthon Eu bani completamente a carne de minha mesa. Ficou entendido que estando em viagem ou em minha casa , nenhuma dessas coisas será usada por minha família, ou estará sobre a minha mesa. Eu tive algumas apresentações a noite sobre esse assunto. Eu sinto que estou fazendo o correto banindo a carne da minha mesa. Eu gostaria que a sentença fosse modificada trocando o “Não” –“ Pois eu não tomaria a posição que a carne deva ser abandonada por todas as pessoas” por exemplo, por aqueles que estão morrendo por consumpção. (definhamento da saúde por alguma doença) 1894: Spalding and Magan Collection, p. 81, paragraph 1.
EGW Não parou de comer carne por causa das “visões sobre reforma alimentar” mas por causa de uma senhora católica que deu um forte testemunho a respeito do assunto.
I have a large family which often numbers sixteen. In it there are men who work at the plow and who fell trees. These men have vigorous exercise, but not a particle of flesh of animals is placed upon our table. Meat has not been used by us since the Brighton camp-meeting (held in 1894). It was not my purpose to have it on my table at any time, but urgent pleas were made that such an one was unable to eat this or that, and that his stomach could take care of meat better than it could of anything else; then I was enticed to place it on my table. The use of cheese also began to creep in, because some liked cheese. But I soon controlled that. But when the selfishness of taking the lives of animals to gratify a perverted appetite, was presented to me by a Catholic woman, kneeling at my feet, I felt ashamed and distressed; I saw it in a new light, and I said, "I will no longer patronize the butcher; I will not have the flesh of corpses on my table." —Testimony Studies on Diet and Foods, page 67, paragraph 6 Chapter Title: Flesh Foods
Eu tenho uma grande família que chega a dezesseis pessoas. Nela há homens que trabalham no arado e na derrubada de arvores. Estes homens fazem um exercício muito vigoroso, mas nenhuma partícula de carne de animais é colocada em minha mesa. Não uso mais carne desde o acampamento de Bringhton (ocorrido em 1894). Era o meu propósito não te-la mais sobre a minha mesa em tempo algum, mas alguns fortes argumentos que foram feitos tais como que alguns não são capazes de se alimentar disso ou daquilo, e que seu estomago receberia a carne melhor do que qualquer outro alimento; então eu fui levada a coloca-la sobre a minha mesa, O uso de queijo também começou a diminuir, pois alguns gostavam de queijo, mas logo eu controlei aquilo. . Mas quando o egoísmo de usar as vidas de animais para satisfazer um apetite pervertido, foi apresentado a mim por uma mulher católica, “que insistia fortemente sobre o assunto”, eu me senti envergonhada e aflita; Eu vi nisto em uma luz nova, e eu disse, "eu não ajudarei mais o açougueiro; Eu não terei a carne de corpos mortos em minha mesa." - Testimony Studies on Diet and Foods, page 67, paragraph 6 Chapter Title: Flesh Foods
Ellen se alimentava de ostras e carne até 1894. Ela morreu em 1915. Logo ela comeu carne durante a maior parte de sua vida. Ellen White teria razões para abster-se de carne por razões de saúde e de consciência desde 1863 no entanto ela resolveu se tornar abstêmia de carne somente em 1894 depois do testemunho de uma mulher católica vegetariana.
1898 EGW, depois de ter comido carne por anos, diz que comer carne não é bom para a moral. O que dizer dos discípulos e de Jesus que se alimentaram de peixe e cordeiro na páscoa, estavam eles em falta com a moral?
The light has come to me for many years that meat eating is not good for health or morals And yet it seems so strange that I have to meet this meat-eating question again and again. I had a very close and decided talk with the physicians in the Health Home. They had considered the matter, and Brother and Sister ----- were brought into very strait places. Meat was being prescribed for patients. . . . Sabbath, while at the Australian Union Conference, held at Stanmore, I felt urged by the Spirit of the Lord, to take up the case of the Health Home established at Summer Hill, which is only a few stations from Stanmore. Counsels on Diet and Foods, page 413, paragraph 3 , letter 84, 1898.
. Veio luz para mim durante muitos anos de que comer carne não é bom para a saúde e para a moral. Parece muito estranho que eu tenha que ouvir essa pergunta novamente e novamente.Eu tive uma conversa particular e decisiva com os médicos na casa de saúde. Eles consideraram o assunto do Irmã e da Irmã ---- estava sendo prescrita carne para pacientes... O dilema me foi trazido em diversos outros lugares...No sábado , enquanto eu estava na Associação União Australiana, em Stanmore, eu me senti levada pelo espírito do Senhor , para tratar do caso da Casa de Saúde que estava em Summer Hill, a qual está a poucas estações de Stanmore.Counsels on Diet and Foods, page 413, paragraph 3 , letter 84, 1898
EGW teve realmente sua mente e sua moral pervertidas, pois ela comia carne e por essa razão ela mentiu e copiou textos de outros e ainda fingiu uma vida livre dessas coisas e dizendo-se cooperadora de Deus. Isso é hipocrisia.
1899 EGW fez a proclamação de que “Aqueles que comem carne não podem representar a verdade e que eles rejeitaram a Deus.”
In a testimony to Elders Irwin, Prescott, Waggoner, and Jones, February 21, 1899, "…those that do not accept the light that God has given on health reform, who subsist on the flesh of dead animals…can not represent the truth to others.
Em um testemunho para os pastores Irwin. Prescott, Waggones e Jones em 21 de fevereiro de 1899 ela disse :-“Aqueles que não aceitam a luz que Deus deu sobre a reforma de saúde aqueles que insistem na carne de animais mortos...não podem apresentar a verdade aos outros.
Em 1899, EGW usou a reforma de saúde (comer carne) como uma medida para julgar pessoas que poderiam apresentar a verdade aos outros. Ellen comeu carne e ostras depois de ter a luz desde 1863 . Ela comeu carne até 1894 enquanto condenava aqueles que comiam carne , logo ela estava condenando a si mesma e portanto , segundo ela mesma, ela não estava qualificada para transmitira a verdade pois estava rejeitando a Deus pois comia carne de animais mortos. Tire o leitor suas próprias conclusões… Eu pergunto ao leitor onde está essa doutrina na palavra de Deus?
1900 Quem come carne não pode ser professor.
"No man should be set apart as a teacher of the people while his own teaching or example contradicts the testimony God has given His servants to bear in regard to diet…His disregard of health reform unfits him to stand as the Lord’s messenger…" — 6T, p. 378.
“Nenhum homem deve ser colocado como professor do povo quando os seus ensinos e exemplos contradizem o testemunho que Deus tem dado aos seus servidores com relação a dieta...O desregramento deles quanto a reforma de saúde inabilita-os para a condição de mensageiros do Senhor.” 6T, p. 378.
Alguns meses depois, A. G. Daniells, que foi sempre um comedor de carne, foi eleito presidente da associação Geral dos IASD com a aprovação de EGW. Como você pode ver Ellen somente protestava quando lhe convinha. Com o pronunciamento acima ela condenou a si mesma como estando inabilitada para levantar a mensagem do Senhor. Ela transformou a reforma de saúde em uma hipocrisia.
Onde na “Palavra de Deus” temos instruções de que comer carne inabilita a pessoa para levar a “Mensagem de Deus”? Não parece estranho que os cristãos no tempo de Jesus levavam a mensagem e comiam carne? Mas, segundo EGW, em 1863 Deus mudou o seu entendimento e declarou-os inabilitados para levar a mensagem...
1909 EGW proclamou que ela era uma “completa reformadora de saúde” .
"It has been reported by some that I have not followed the principles of health reform as I have advocated them with my pen; but I can say that I have been a faithful health reformer. Those who have been members of my family know that this is true." — Councils on Diet and Foods, page 494.
“Tem sido informado por alguns que eu não seguia os princípios de reforma de saúde que eu advogava pelas meus escritos; mas eu posso dizer que eu tenho sido uma completa reformadora da saúde. Aqueles que tem sido membros de minha família sabem que isso é a verdade”. — Councils on Diet and Foods, page 494.
A declaração acima não informa a verdade, pois ela nunca escondera dos seus próximos, que ela usava alimentos carneos em sua alimentação, seu próprio filho confirma isso. Em 1909 EGW estava com idade bem avançada e tudo leva a crer que muito do que se tem publicado como tendo sido escrito por ela desde o seu retorno da Austrália, pode ter sido escrito ou reescrito por outras pessoas.
Esta postagem é para mostrar o outra lado da moeda, afinal todas tem duas faces.